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Mundo

Mohammed Morsi é condenado a 20 anos de prisão

Primeiro a ser eleito de maneira democrática no Egito, ex-presidente é acusado de incitar à violência entre forças de segurança e manifestantes em protesto ocorrido em dezembro de 2012.

O ex-presidente do Egito, Mohammed Morsi, o primeiro a ser eleito democraticamente no país, em 2012, foi condenado nesta terça-feira (21/04) a 20 anos de prisão, acusado de incitação à violência em protestos que ocorreram no mesmo ano, nos quais diversos manifestantes morreram.

Membro da Irmandade Muçulmana, ele teria instigado os confrontos entre as forças de segurança e a população. Esta é a primeira sentença que Morsi recebe, em meio a outros julgamentos previstos contra ele por crimes cometidos durante seu governo, incluindo espionagem.

Desde que Mohammed Morsi foi deposto por um golpe militar, em julho de 2013, diversos casos contra membros da Irmandade Muçulmana foram julgados. Em muitos deles, houve condenação à morte. Nesta terça-feira, outros 12 acusados de homicídio também foram condenados.

As acusações contra Morsi referem-se às manifestações de 5 de dezembro de 2012, quando protestos violentos ocorreram em frente ao palácio presidencial, no Cairo.

Assim que o ex-chefe de governo foi destituído, em 2013, autoridades egípcias iniciaram uma severa repressão contra membros e simpatizantes da Irmandade Muçulmana, prendendo milhares de pessoas. Centenas morreram em confrontos com as forças de segurança. A Irmandade, posteriormente, foi declarada uma organização terrorista pelo governo.

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