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Economia

Ministros vêem Europa a caminho do crescimento econômico

Tanto nos EUA como na Europa, os sinais são de recuperação da conjuntura, segundo os ministros da Economia e das Finanças da União Européia, reunidos na Espanha.

Apesar da alta dos preços do petróleo e das crises políticas no mundo, a economia da União Européia retomou o caminho do crescimento. "O pior já passou", disse o comissário de Assuntos Monetários da comunidade dos 15, Pedro Solbes, nesta sexta-feira (12), por ocasião do encontro informal de ministros da Economia e Finanças, em Oviedo, norte da Espanha. A expectativa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) é de 3% no ano que vem. Em 2002 conta-se com 1,5% (2001: 1,6%).

"A diferença é que a tendência, agora, não aponta para baixo e, sim, para cima", avaliou o comissário. Os dados, tanto da Europa como dos EUA, indicam uma leve recuperação. Os ministros compartem a opinião da Comissão Européia. No entanto, o espanhol Rodrigo Rato conclamou a aumentos salariais moderados nos países-membros. Aumentos que ultrapassem claramente a taxa de inflação significariam um risco para a competitividade, expôs o ministro numa coletiva após o encontro.

Inflação - Alguns colegas seus alertaram para os riscos que representam a crise do Oriente Médio e os preços crescentes do petróleo, para a reativação da conjuntura, que apenas está começando. Ao mesmo tempo, alertaram para que não se alimente temores exagerados. Pelas estimativas da UE, a taxa anual de inflação foi de 2,5% na zona do euro, situando-se, portanto, acima do limite de 2%, fixado nos critérios de convergência.

Orçamento - O ministro Rodrigo Rato conclamou os países da UE com déficit orçamentário a empreenderem os esforços necessários, a fim de atingirem orçamentos equilibrados até 2004. Neste sentido, foi elogiado o pacto de estabilidade nacional, fechado pelo governo federal da Alemanha com os governos estaduais. A Alemanha é um dos países com alto déficit e o ministro alemão das Finanças, Hans Eichel, só escapou de receber uma "carta de advertência" de Bruxelas, ao garantir um orçamento equilibrado até 2004.