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Economia

Ministros da UE querem pressa na nova geração da internet

O conselho dos ministros responsáveis pelas telecomunicações na UE decidiu pressionar por maior rapidez na introdução do novo protocolo de internet (IPv6).

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Novo protocolo promete distribuição mundial mais justa da internet

Desenvolvido em 1970, o sistema atual foi planejado para suportar pouco mais de 4 bilhões de domínios. Mas as autoridades européias acreditam que a demanda por endereços IP deva aumentar sobretudo com o avanço da comunicação entre aparelhos portáteis e telefones celulares da terceira geração (3G).

A União Européia está exigindo maior engajamento político na implantação do IPv6. Deverá ser elaborado agora um plano de ação, para incentivar a introdução do novo protocolo. Segundo os ministros, as limitações do IPv4 atrapalham não só o desenvolvimento da "sociedade da informação", mas dificultam a chegada de uma série de produtos e serviços tecnológicos.

Distribuição injusta – Além disso, é considerada injusta a distribuição dos endereços de internet dentro do protocolo utilizado atualmente. Cerca de 74% dos endereços são de propriedade de entidades norte-americanas. Duas grandes universidades americanas, por exemplo, dispõem de mais endereços na internet do que toda a República Popular da China.

O novo IPv6 trabalha com 128 bits, em vez dos antigos 32 bits. Isto significa: no atual sistema, o endereço de IP ( Internet Protocol – diz-se "ai pi") é composto de quatro blocos numéricos separados por pontos. A cada bloco numérico correspondem números de 0 a 255. Um exemplo de endereço de IP pode ser: 1.160.10.240 – e cada endereço é único no mundo. Com seus 128 bits, o novo IPv6 permitirá um número muito maior de domínios, assim como maior segurança e condições mais estáveis para prestações de serviços.

O Ipv6 já é oferecido por muitos fabricantes de hardware e reconhecido por diversos sistemas operacionais modernos, paralelamente ao IPv4.