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Alemanha

Ministro alemão condena atentado em Israel

O ministro alemão cobrou de Arafat medidas drásticas na luta contra o terror. Representantes da União Européia convocam palestinos e israelenses para uma volta à mesa de negociação.

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Ministro alemão das Relações Exteriores Joschka Fischer

O ministro alemão das Relações Exteriores, Joschka Fischer, condenou nesta sexta-feira o atentado terrorista que causou seis mortes em uma festa de aniversário em Hadera, ao norte de Tel Aviv. Fischer apelou ao presidente da Autoridade Palestina, Yasser Arafat, para que sejam tomadas providências imediatas contra extremistas palestinos. "O governo federal alemão condena o terrível ataque terrorista da última noite de forma virulenta", afirmou Fischer.

Referindo-se às declarações de Arafat no último dia 16 de dezembro - que pediam o fim dos ataques de grupos extremistas a Israel -, o ministro acentuou que o presidente palestino é obrigado a lutar de forma decisiva contra os mentores dos atentados e evitar a todo custo que novos aconteçam.

Fischer lamentou ainda que "as três últimas semanas, relativamente pacíficas, não tenham servido para evitar uma escalada da violência na região". Berlim anunciou que pretende fazer o possível para apoiar palestinos e israelenses, com o objetivo de quebrar através de negociações o círculo vicioso do terror e da violência.

União Européia - O delegado da União Européia para Política Externa e de Segurança, Javier Solana, também condenou o atentado terrorista em Hadera: "Devo dizer claramente, em nome da UE, que isso não é aceitável". Solana apelou aos lados envolvidos no conflito para que voltem imediatamente às mesas de negociação, tendo acentuado que a "paz no Oriente Médio é fundamental para os europeus".

Segundo informou a polícia israelense, pelo menos 33 pessoas ficaram feridas no atentado ocorrido na última quinta-feira. Um terrorista adentrou um salão de festas, onde estava sendo comemorado o aniversário de uma menina de 12 anos, e atirou aleatoriamente contra os convidados.

A brigada Al-Aqsa, grupo militar ligado ao Fatah, liderado por Arafat, assumiu a autoria do atentado e atribuiu o feito à "vingança pela morte de Raed El Karmi", líder da organização morto em uma explosão na última segunda-feira.