Milhares protestam contra o governo na Colômbia | Notícias sobre a América Latina e as relações bilaterais | DW | 03.04.2016
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América Latina

Milhares protestam contra o governo na Colômbia

Manifestações em mais de 20 cidades miram sobretudo negociações de paz com guerrilhas Farc e ELN e foram convocadas pelo partido do ex-presidente Uribe, que se opõem ao processo.

Manifestantes pedem a renúncia do presidente Santos em Cali

Manifestantes pedem a renúncia do presidente Santos em Cali

Milhares de colombianos protestaram em mais de 20 cidades contra o presidente Juan Manuel Santos e o processo de paz com as Forças Revolucionárias da Colômbia (Farc), neste sábado (02/04).

Houve protestos em Bogotá, Medellín, Barranquilla, Cartagena, Cúcuta, Pereira, Sincelejo, Bucaramanga, Cali e Valledupar, entre outras, apesar da chuva que caiu com força em algumas dessas cidades.

Uribe participou da marcha em Medellín

Uribe participou da marcha em Medellín

As manifestações ocorreram poucos dias depois de o governo ter anunciado o início de negociações de paz com a segunda maior guerrilha – o Exército de Libertação Nacional (ELN) –, com o objetivo de acabar com mais de meio século de conflito interno.

Os protestos foram convocados pelo partido do antigo presidente Álvaro Uribe, que se opõe às negociações com as Farc, aparentemente próximas do fim depois de mais de três anos. Com o slogan "No+", os manifestantes pediram a Santos que mude sua política para as guerrilhas.

Os participantes também protestaram contra a alta de impostos, a venda de uma empresa de geração de energia e a corrupção. "Traidor, renuncie agora" e "Não à impunidade!" eram duas das mensagens que constavam em cartazes exibidos pelas multidões nos protestos, que transcorreram de forma pacífica.

Em Bogotá, o protesto ocorreu apesar do mau tempo

Em Bogotá, o protesto ocorreu apesar do mau tempo

Algumas pessoas vestiam camisetas com a expressão "chega de presos políticos", numa referência a oposicionistas que foram detidos e julgados por casos relacionados à corrupção e espionagem.

Uribe participou da marcha em Medellín, pois não conseguiu se deslocar para Bogotá devido ao um tempo. Ele foi presidente da Colômbia de 2002 a 2010.

AS/lusa/efe/dpa

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