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Copa do Mundo

Metas de proteção ambiental foram superadas na Copa

Os organizadores da Copa do Mundo na Alemanha continuam recebendo elogios. Também o diretor do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas, Achim Steiner, endossa o coro. África do Sul promete um Mundial "verde".

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Próxima Copa também já se preocupa com questão ambiental

Festa no estádio e também na frente da tevê, em Nairóbi, no Quênia. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) tem sede na África e para seu diretor executivo, o alemão Achim Steiner, o campeão da Copa do Mundo de 2006 já está definido: a natureza.

Gabriel stellt Umweltprogramm Green Goal für die Fußball-WM vor

Ministro do Meio Ambiente e vice-presidente do Comitê Organizador durante lançamento do projeto Gol Verde

"Sob este ponto de vista, a Alemanha já saiu vitoriosa. O país é o primeiro organizador de um Mundial em que as emissões de gases poluentes e a quantidade de lixo foram reduzidas." O Instituto do Meio Ambiente de Berlim coletou dados da polícia, da empresa ferroviária e dos estádios para chegar a este resultado bastante satisfatório.

Há menos engarrafamentos nas estradas e as ruas estão limpas, revela o balanço parcial da iniciativa Gol Verde, concebida pela Fifa, pela Federação Alemã de Futebol, por Franz Beckenbauer e pelo programa da ONU para o Meio Ambiente.

"Precisamos reconhecer que os alemães montaram a 'Copa das Copas'. Eles realmente conseguiram reduzir o volume de lixo", diz Steiner.

Nem papéis no chão, nem uso do carro até os estádios

Goleo fährt Bahn

Muitos deixaram o carro em casa para viajar de trem

O objetivo de evitar cem mil toneladas de gases poluentes emitidos dos carros dos torcedores já foi mais do que cumprido. Dois terços dos espectadores deixaram seus veículos em casa, mais de 50% preferiram as viagens de ônibus ou de trem. Ponto alto da celebração dos ambientalistas foi o jogo do Japão contra o Brasil, em que 376 ônibus foram colocados à disposição dos torcedores.

"Quando há vontade, também se encontra um caminho para torná-la realidade. Mesmo com o pouco tempo que tivemos, conseguimos alcançar uma meta que nenhum outro evento deste porte jamais atingiu", afirmou o diretor executivo do Pnuma.

Para cada tonelada de lixo ou gases emitidos, os organizadores pagam uma compensação para projetos ambientais da Índia e da África do Sul. "Queremos que a próxima Copa do Mundo, na África do Sul, em 2010, seja ainda mais 'verde'. O ideal seria que medidas relevantes de proteção ao meio ambiente fossem incorporadas a todos os campos da vida cotidiana e que virassem norma em vez de serem exceção", concluiu Steiner.

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