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Economia

Metalúrgicos vão às urnas e comerciários à greve

Conquista dos metalúrgicos incentiva comerciários a lutar por aumento. Trabalhadores da construção civil e gráficos também têm dificuldades nas negociações.

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Os empregados do comércio entram em greve quarta-feira

Os 250 mil trabalhadores das indústrias metalúrgicas e elétricas no Estado de Baden-Württemberg foram às urnas nesta terça-feira para decidir se aceitam o acordo salarial negociado na semana passada. Ele precisa ser aprovado por mais de 25% dos sindicalizados. O resultado será divulgado na quarta-feira (22). Os metalúrgicos conseguiram aumento de 4% este ano e de 3,1% para 2001.

Nos estados de Berlim e Brandemburgo, uma comissão do sindicato decidirá na quarta-feira se adotará o acordo de Baden-Württemberg. Na Saxônia, a greve continua, pois os empregadores rejeitam o aumento.

Mais greves - Se a greve dos metalúrgicos ainda não terminou completamente, já se anunciam novos conflitos trabalhistas. O sindicato Ver.di, dos prestadores de serviços, convocou uma greve no comércio, para protestar contra a lentidão das negociações salariais. O aumento concedido aos metalúrgicos estimulou os comerciários a lutar por melhores salários, disse o representante do Ver.di nas negociações.

No setor da construção civil, em que não houve acordo, a mediação entrou na segunda rodada. Os gráficos entraram na fase decisiva das negociações. Os empregadores do setor conclamaram os sindicalistas a abrirem mão de um aumento mínimo de 3,6%.

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