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Mundo

Merkel no Oriente Médio para relançar processo de paz

O Egito é a primeira estação da viagem de quatro dias da chanceler federal alemã para relançar processo de paz no Oriente Médio. Angela Merkel visitará ainda o Kuweit, a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos.

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Chefe de governo da Alemanha foi recebida no Cairo pelo premiê egípcio, Mohammed Nasif

Quatro países em quatro dias. Esta é a mais longa viagem da chanceler federal da Alemanha, Angela Merkel, desde que assumiu o governo. Ao mesmo tempo, marca o auge dos seus esforços – agora na condição de presidente da União Européia e do G 8 – pela paz no Oriente Médio.

Em suas conversas com os líderes dos governos dos quatro países, a política democrata-cristã enfocará, entre outros temas, a guerra no Iraque, o programa nuclear iraniano e o conflito entre Israel e palestinos. Neste sábado (03/02), ela se reúne com o presidente egípcio, Hosni Mubarak.

A viagem faz parte dos esforços do chamado Quarteto para o Oriente Médio, integrado pela União Européia, Estados Unidos, Nações Unidas e Rússia, que em sua reunião na sexta-feira em Washington voltou a dar apoio à criação de um Estado palestino. Ao mesmo tempo, o grupo fez um apelo para que acabe a violência entre os palestinos na Faixa de Gaza.

Preparativos de várias semanas

As negociações vieram sendo preparadas ao longo das últimas semanas, numa série de viagens de Merkel a Bruxelas, Moscou, Paris e Washington e em encontros com o primeiro-ministro israelense, com o presidente da Autoridade Palestina e o rei da Jordânia.

No início do mês, Merkel recebeu do presidente norte-americano, George W. Bush, a confirmação de que os Estados Unidos aumentarão seu engajamento pela paz entre israelenses e palestinos.

Enquanto em seus giros pelo Oriente Médio a tônica do chanceler anterior, Gerhard Schröder, eram os contatos econômicos, as negociações de Merkel "estarão claramente sob o signo dos temas políticos", disse Thomas Steg, vice-porta-voz do governo em Berlim.

Embora o ministro alemão da Economia, Micheal Glos, e sua comitiva estejam na região no mesmo período que Merkel, as agendas de ambos são diferentes.

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