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Mundo

Merkel e Gauck lamentam morte de Mandela

Chanceler federal alemã afirma que nome de Mandela será sempre lembrado pela luta contra a repressão do seu povo. Funeral do ex-presidente será no dia 15 de dezembro.

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Merkel é recebida por Mandela em Johannesburgo, em 2007

O presidente da Alemanha, Joachim Gauck, lamentou a morte do líder sul-africano Nelson Madela, ocorrida nesta quinta-feira (05/12). Em carta enviada à viúva do ex-presidente da África do Sul, Graça Machel, Gauck louvou o defensor da liberdade.

Apesar da experiência humilhante de 27 anos na prisão, Mandela encontrou coragem e força para conduzir seu país à democracia sem violência, escreveu Gauck. Segundo o presidente alemão, poucos conseguiram personificar reconciliação, paz e justiça tão bem como Mandela.

Assim como Gauck, a chanceler federal da Alemanha, Angela Merkel, lamentou a morte de um "gigante da história". Merkel afirmou, durante uma entrevista à imprensa, que numa visita pessoal teve o prazer de conhecer um homem maravilhoso.

"Ele era sábio, caloroso e bem humorado", disse Merkel. A prisão não o transformou em um homem amargo, mas, pelo contrário, deu a ele mais determinação para superar a injustiça do apartheid, continuou a chanceler, completando que o nome de Mandela sempre estará ligado à luta contra a repressão de seu povo e pela superação do apartheid.

Funeral

O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, anunciou que o funeral de Mandela será realizado no dia 15 de dezembro na aldeia de Qunu, no sul do país, onde o ex-presidente cresceu. Zuma decretou também uma semana de luto a partir deste domingo.

No dia 10 de dezembro será realizada uma cerimônia nacional em homenagem a Mandela, no Estádio de Soweto, e nos dois dias seguintes, o corpo do líder será velado na sede da presidência em Pretória.

CN/dw/ap/ep/afp