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Alemanha

Merkel e Bush querem reativar "quarteto" para Oriente Médio

A premiê alemã e o presidente norte-americano acertaram, num breve encontro em Washington, uma maior convergência euro-americana na política externa para o Oriente.

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Este foi o primeiro encontro de Merkel e Bush, após a Alemanha ter assumido a presidência da UE e do G8

A premiê alemã, Angela Merkel, e o presidente norte-americano, George Bush, acertaram uma cooperação mais próxima no processo de paz do Oriente Médio. Num encontro dos dois chefes de governo, realizado na quinta-feira (04/01), em Washington, Bush concordou em retomar as conversações do "quarteto" para o Oriente Médio, que inclui União Européia, os EUA, a Rússia e as Nações Unidas.

A Comissão Européia considera positiva essa iniciativa: "Todo empenho é bem vindo, a fim de que o quarteto possa atuar com eficácia na busca de uma solução para o problema do Oriente Médio", comunicou uma porta-voz do Comissariado de Relações Exteriores, em Bruxelas.

Solução de dois Estados

Bush e assegurou que a secretária de Estado norte-americana, Condoleeza Rice, relatará os resultados de sua iminente viagem ao Oriente Médio não só ele, mas também a Merkel.

Ambos os chefes de governo voltaram a defender a solução de dois Estados, nos quais israelenses e palestinos poderiam "existir em paz lado a lado". Merkel e Bush também exigiram que os palestinos reconheçam o direito de existência de Israel.

Quanto ao conflito em torno do programa nuclear do Irã, Merkel também propôs uma ação concertada, mesmo que esta solução possivelmente seja mais demorada. Ela ressaltou a importância de o governo em Teerã ter aceitado a resolução do Conselho de Segurança da ONU. Bush confirmou que o governo norte-americano continuará priorizando uma solução pacífica para o conflito.

Mercado comum euro-americano?

Outro assunto do breve encontro em Washington foi a intensificação das relações econômicas através de um eventual mercado comum. O desdobramento da parceria econômica euro-americana incluiria o reconhecimento recíproco de padrões tecnológicos, a proteção dos direitos autorais e a transparência nas bolsas de valores e mercados de Finanças.

Quanto à proteção ambiental, Bush assegurou a Merkel que pretende incentivar novas tecnologias de maior eficiência energética e menos poluentes. Novas tecnologias poderiam tornar os EUA menos dependentes do petróleo importado "de partes do mundo que talvez não nos supertem", declarou Bush.

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