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Mundo

Medo, criminalidade e terror

As organizações humanitárias alemãs que operam no Iraque denunciaram a falta de segurança, sobretudo em Bagdá e no sul do país.

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Bush (esq.) e Schröder: começo do degelo?

O problema é que os ataques acontecem de uma hora para outra, afirmou Peter Witters, da organização HELP, uma das muitas envolvidas na operação "Ação Alemanha Ajuda". O balanço do trabalho foi apresentado esta semana em Berlim.

As ameaças de ataques são difusas, o que torna quase impossível, no momento, qualquer ajuda humanitária no Iraque. Há de tudo: assaltos a funcionários e escritórios, roubo e seqüestro de automóveis, ameaças de bombas, etc.

Algumas organizações já se retiraram do Iraque e as que ficaram exigem sobretudo a organização de uma força policial. Este papel, no entender das organizações, não pode ser desempenhado pelas forças de ocupação americanas e britânicas, mas só por iraquianos.

Alemanha no Iraque

A questão policial é justamente um dos tópicos de uma possível participação alemã na reconstrução do Iraque, conforme ressaltou o chanceler Schröder numa entrevista ao jornal alemão Handelsblatt.

A Alemanha está disposta a treinar policiais e militares iraquianos e contribuir em projetos de infra-estrutura. Mas Schröder deixou bem claro que qualquer engajamento alemão dependerá de uma nova resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

O encontro entre Schröder e Bush acontecerá na quarta-feira (24/09), no âmbito da Assembléia Geral da ONU. O presidente americano discursará perante a Assembléia na terça-feira e o discurso do chanceler alemão está marcado para o dia seguinte.

A última vez que os dois líderes mantiveram conversações bilaterais foi há 16 meses, em maio de 2002. Pouco depois teve início o conflito do Iraque que afundou as relações entre a Alemanha e os Estados Unidos.

Os primeiros indícios de reaproximação partiram de Bush, no início de agosto, ao tecer elogios pessoais a Schröder e ao papel da Alemanha no Afeganistão. Agora chegou a hora do pragmatismo.

É preciso olhar para frente e reconduzir as relações bilaterais ao patamar da sensatez, afirmou o chanceler alemão.

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