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Mundo

Mayer-Vorfelder recusa debate sobre futuro de Völler

Presidente da Federação Alemã de Futebol reforça posição do técnico Rudi Völler, que tem contrato com a Seleção Alemã até 2006.

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Klose (4º a partir da esq.) voltou aos treinos neste domingo, em que completa 24 anos

"Eu me recusaria a começar qualquer debate a este respeito", afirmou em Miyazaki (Japão) Gerhard Mayer-Vorfelder, presidente da Federação Alemã de Futebol (DFB), referindo-se ao futuro de Rudi Völler caso a Seleção Alemã seja eliminada da Copa do Mundo após a partida contra Camarões na terça-feira (11). Para Mayer-Vorfelder, Völler continuará exercendo sua função, já que tem contrato até 2006.

O vice-presidente do DFB, Franz Beckenbauer, também não quer saber de falar sobre o assunto. Primeiro, porque parte do princípio de que a Alemanha vai conseguir se classificar para as oitavas-de-final. E, mesmo em caso negativo, não vê razão para mudanças na equipe técnica: "Aí sim é que seria um desafio". Além disso, diz o Kaiser, Völler exerce sua tarefa com prazer" e vai preparar a equipe do mundial de 2006, aconteça o que acontecer".

Jogo difícil – O técnico, para quem um eventual fracasso na primeira rodada e seu próprio futuro não estão nem "em segundo plano, mas em terceiro", esforça-se por espelhar otimismo: "Estou convencido de que será possível resistir à pressão".

Völler tem pelo menos um motivo para estar confiante: toda a equipe está agora em boa forma física. O artilheiro Miroslav Klose e o zagueiro Christoph Metzelder voltaram a participar dos treinos neste domingo, os últimos da equipe em Miyazaki, que parte na manhã da segunda-feira para Nagoya. Mas o técnico sabe que alguns jogadores ainda não conseguiram superar o choque do gol de empate dos irlandeses no último minuto da partida.

A tensão na concentração é grande, porque todos estão conscientes de que o menor erro contra a equipe de Camarões pode significar o fim da participação no mundial de 2002. Seria a primeira desclassificação dos alemães numa primeira rodada. "Este vai ser o jogo mais difícil", afirma Michael Ballack, de quem Völler cobra liderança na partida de terça-feira.

Mas também o técnico dos "leões indomáveis", o alemão Winfried Schäfer, considera este o mais importante jogo de sua carreira de treinador: "Eu mentiria se dissesse que essa partida não mexe comigo". E reforça sua determinação – e a de seus jogadores – de "vencer pelo povo de Camarões".

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