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Mundo

Marinha alemã manda mais soldados e aviões à luta antiterror

Alemanha está enviando 160 soldados e três aviões para ações de reconhecimento marítimo no Chifre da África para garantir a segurança da navegação e impedir a fuga de homens de Osama Bin Laden e talibãs.

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Fragata alemã na ação "Liberdade Duradoura" desde o fim de janeiro, no Chifre da África.

Um primeiro contingente da Marinha da Alemanha chegou na cidade portuária de Mombasa, no Quênia, para realizar ações de reconhecimento nos próximos meses, no Chifre da África, como parte da luta internacional antiterror liderada pelos Estados Unidos. Desembarcaram nos últimos dois dias em Mombasa 86 soldados do total de 160 destacados para participar da operação americana "Liberdade Duradoura", iniciada menos de um mês após os atentados de 11 de setembro nos EUA.

Para as ações de reconhecimento, aterrissaram em Mombasa, na última noite, dois aviões da esquadrilha "Conde Zepelin" da Marinha alemã, segundo anunciou o capitão de corveta Frank Hansmann, na cidade queniana. Uma terceira aeronave do tipo Breguet-Atlantic está sendo aguardada nesta sexta-feira (15).

A tarefa da flotilha é apoiar as três fragatas alemãs que já se encontram no Chifre da África vigiando o tráfego marítimo na região, a fim de assegurar a liberdade e a segurança da navegação, bem como interromper o abastecimento e fuga de terroristas. Os três aviões deverão permanecer na região até novembro.

Em solidariedade aos Estados Unidos por causa dos atentados em Nova York e Washington que mataram quase 3 mil pessoas, o Parlamento alemão aprovou, no final de 2001, um contingente de até 3.900 soldados para apoiar a luta contra o terrorismo. Quase mil militares alemães integram a tropa internacional de proteção em Cabul e mais de 100 soldados de elite participam diretamente da luta contra remanescentes do regime talibã e da organização Al Qaeda de Osama Bin Laden.