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Mundo

Malásia relembra vítimas do voo MH17

Cerimônia antecipada marca um ano da derrubada do avião que sobrevoava região de conflito no leste da Ucrânia. Autoridades afirmam que investigação internacional sobre o caso deverá ser concluída até o fim do ano.

Uma cerimônia em homenagem às vítimas do voo MH17 da Malaysia Airlines, atingido por um míssel quando sobrevoava a Ucrânia em julho do ano passado, reuniu neste sábado (11/07) familiares dos mortos e autoridades no aeroporto internacional de Kuala Lumpur, na Malásia.

Muitos aproveitaram a ocasião para pedir justiça. "Queremos saber quem derrubou o avião", afirmou Ivy Loi, a esposa do comandante do Boeing 777 que caiu ao sobrevoar a região de conflito entre separatistas e forças de Kiev, no leste ucraniano.

A Ucrânia e o Ocidente culpam os rebeldes pró-Rússia pelo ataque que matou as 298 pessoas a bordo, na maioria holandeses, no vôo que ia de Amsterdã a Kuala Lumpur. Moscou, porém, negou qualquer envolvimento e acusou os militares ucranianos pelo ocorrido.

O primeiro-ministro malaio, Najib Razak, declarou durante a cerimônia deste sábado que a investigação internacional sobre a derrubada do avião deverá ser completada até o fim do ano. "As investigações detalhadas ainda prosseguem [...] e espera-se que sejam encerradas, no máximo, até o final de 2015", afirmou.

A Malásia participa de uma equipe de investigação que inclui também a Holanda, Austrália, Bélgica e Ucrânia, com o objetivo de estabelecer um tribunal internacional para processar os culpados pela queda do vôo MH17. Para tal, um projeto de resolução foi encaminhado ao Conselho de Segurança das Nações Unidas. Entretanto, a Rússia, que possui poder de veto no órgão máximo da ONU, já se posicionou contra a iniciativa.

A aeronave foi derrubada no dia 17 de julho de 2014, mas o memorial às vítimas foi antecipado para não coincidir com a data do feriado Eid al-Fitr, que marca as maiores festividades da religião islâmica no último dia do Ramadã, o mês sagrado dos muçulmanos.

RC/afp/rtr

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