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Alemanha

Mais de 800 jihadistas alemães viajaram à Síria e Iraque

Autoridades estimam que um terço dessas pessoas retornou à Alemanha e que 130 islamistas do país morreram na Síria e no Iraque, alguns deles como autores de atentados suicidas.

Mais de 800 islamistas da Alemanha teriam viajado à Síria e ao Iraque para se unirem a grupos extremistas como o "Estado Islâmico" (EI), segundo reportagem publicada pelo jornal alemão Die Welt nesta terça-feira (23/02).

"Cerca de um terço dessas pessoas retornaram à Alemanha", afirmou o diário, citando uma porta-voz do Departamento Federal de Investigações (BKA, serviço secreto alemão).

Com isso, o número de jihadistas em trânsito entre a Alemanha e o Oriente Médio aumentou ligeiramente desde o começo do ano. Em janeiro, o presidente do BKA, Holger Münch, chegou a divulgar um leve declínio nas viagens de islamistas para zonas de guerra.

Segundo informações do Die Welt, autoridades alemãs estimam que mais de 130 jihadistas provenientes da Alemanha teriam morrido na Síria e no Iraque, alguns deles como autores de atentados suicidas.

Num estudo, o BKA analisou informações sobre 677 islamistas que, até junho de 2015, haviam deixado a Alemanha rumo à Síria e ao Iraque. Os dados mostraram que a maioria deles são homens com idades entre 22 e 25 anos. Além disso, mais de 60% possuía a cidadania alemã e cerca de um sexto tinha se convertido ao islã.

PV/afp/kna

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