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Mundo

Mais de 2 mil migrantes morreram no Mediterrâneo em 2015

Segundo Organização Internacional de Migração, quase todas as mortes ocorreram na rota entre a Líbia e a ilha italiana da Sicília. Expansão de missão europeia de patrulha reduz número de mortos.

Mais de 2 mil migrantes morreram em 2015 ao tentar fazer a perigosa travessia do Mar Mediterrâneo até a Europa, disse nesta terça-feira (04/08) a Organização Internacional de Migração (IOM, na sigla em inglês).

Quase todas as mortes registradas ocorreram na rota entre a Líbia e a ilha italiana da Sicília. Segundo a IOM, os traficantes que tentam transportar pessoas até a Itália utilizam embarcações menos aptas à navegação marítima, o que leva a um número maior de mortes. Apenas na última semana, 19 pessoas morreram no Canal da Sicília.

No entanto, 188 mil migrantes foram resgatados no Mediterrâneo neste ano, os quais desembarcaram na Itália e na Grécia em números equivalentes. Nesta segunda-feira, 550 migrantes resgatados durante o último fim de semana chegaram à ilha italiana a bordo de um navio operado pela organização de ajuda humanitária Médicos sem Fronteiras.

"É inaceitável que, em pleno século 21, pessoas que fogem de conflitos, perseguições, miséria e degradação do solo devam sofrer experiências terríveis em seus países de origem, isso sem mencionar a travessia, para, então, morrerem na entrada da Europa", afirmou o diretor-geral da IOM, William Lacy Swig.

O porta-voz da IOM, Itavy Virri, afirmou nesta terça-feira que não fosse o aumento dos esforços da União Europeia em resgatar os migrantes no mar, muitos dos que foram salvos teriam perdido suas vidas. Segundo a organização, a expansão da missão europeia de patrulha marítima Triton levou a uma redução significativa das mortes no mar, mas muito ainda precisa ser feito.

RC/dpa/afp

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