1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages

Economia

Maior segurança para donos de títulos da Argentina

Bancos e associação de investidores lançaram iniciativa para defender o interesse de particulares em posse de títulos da Argentina nas negociações com o país sobre o resgate das dívidas.

default

O HypoVereinsbank também participa da iniciativa

Vários bancos, entre os quais os alemães HypoVereinsbank e Commerzbank, e a Associação Alemã de Defesa dos Investidores no Mercado de Capitais (DSW) lançaram nesta sexta-feira (09), em Frankfurt, uma iniciativa que tem por meta reforçar a posição de investidores privados em posse de títulos de dívida da Argentina, nas planejadas negociações com o país.

Segundo a DSW, investidores particulares da Europa mantêm bonds argentinos num volume de oito bilhões de euros. Desde janeiro do ano passado, o pagamento de amortizações e juros de títulos da Argentina em posse de pessoas privadas — num montante de 95 bilhões de dólares — está suspenso pelo governo em conseqüência da séria crise financeira do país latino-americano.

Troca por certificados — Uma sociedade sediada na Irlanda, com o nome de Argentine Bond Restructuring Agency (ABRA), vai recolher os títulos dos investidores e entregar a estes, em seu lugar, certificados. Após o término das negociações, os certificados voltarão a ser trocados, desta vez por novos títulos argentinos. O prazo para a troca de bonds por certificados junto aos bancos estende-se de 12 de maio a 17 de junho. O procedimento estará sob a supervisão de um advisory board internacional, sob a direção do ex-presidente do Banco Central Alemão Hans Tietmeyer.

"As negociações com a Argentina para a reestruturação de suas dívidas vão começar em agosto", segundo Adam Lerrick, que vai representar a iniciativa nos encontros, dos quais vão participar ainda, entre outros, o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e outros investidores institucionais. Ulrich Hocker, diretor da DSW, espera que as negociações sejam concluídas no prazo de um ano.

Leia mais