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América Latina

México diz ter identificado restos mortais de estudante desaparecido

Peritos austríacos teriam estabelecido correspondência entre amostras encontradas em lixão e DNA da mãe de uma das vítimas do massacre de 43 estudantes. Esse seria o segundo integrante do grupo a ser identificado.

Autoridades mexicanas informaram nesta quinta-feira (17/09) que restos mortais encontrados num lixão teriam sido identificados como sendo de um dos

43 estudantes desaparecidos no massacre ocorrido há quase um ano

.

A procuradora-geral do país, Arely Gómez, afirmou existirem "indícios que estabelecem uma possível correspondência" entre os restos encontrados e o DNA da mãe de um dos desaparecidos, o jovem Jhosivani Guerrero de La Cruz, que tinha 19 anos quando o massacre ocorreu.

Gómez ressaltou que os novos resultados, divulgados por especialistas austríacos da cidade de Innsbruck, deverão fortalecer e fornecer "critérios jurídicos" à investigação do caso.

A procuradoria informou que comunicou os resultados aos advogados que representam os familiares das vítimas e à equipe argentina de antropologia forense, que coletou amostras num lixão na cidade de Cocula – onde, segundo a

versão oficial

, os jovens teriam sido queimados – e no rio San Juan, onde presume-se que cinzas tenham sido lançadas.

Em dezembro, os restos mortais de outro estudante do grupo dos 43, Alexander Mora Venancio, haviam sido identificados. Até o momento, estas seriam as únicas vitimas do massacre cuja identificação teria sido possível.

RC/rtr/efe

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