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Economia

Lufthansa transportou 2,7% menos passageiros

Pela primeira vez em vários anos, a Lufthansa transportou menos passageiros e cargas e justifica a crise com a situação da economia mundial e os atentados nos Estados Unidos em setembro último.

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Companhia reagiu estacionando aviões

O número de passageiros transportados pela companhia aérea alemã em 2001 caiu 2,7%, para 45,7 milhões de pessoas. Pior ainda foi a queda no transporte de cargas: 8,1% (1,7 milhão de toneladas a menos).

Embora nos primeiros meses do ano ainda tenha sido positiva a experiência com a disposição de aviões maiores, depois de 11 de setembro as aeronaves passaram a operar com 33% de capacidade ociosa.

Apesar de a empresa ter oferecido 2,1% mais assentos, as vendas caíram 1,9%. Por continentes, a redução foi de 3,2% na Europa e de 2,3% para a América do Norte e do Sul. Já para a região do Pacífico e Ásia, aumentou em 3,2% o número de passageiros transportados.

A empresa reagiu à queda nas vendas já no ano passado. Além de deixar aviões parados, cortou vôos e negociou com os sindicatos um pacote salarial milionário, que causou muitas críticas devido aos aumentos concedidos aos pilotos.

Balanço negativo – A última vez que a Lufthansa registrou quedas foi em 1997, no número de passageiros, e um ano depois, no transporte de carga. A diretoria da Lufthansa já não exclui prejuízos no balanço financeiro da empresa, que será divulgado no dia 25 de abril.

Os aviões de carga da segunda maior companhia aérea na Europa estão voando com apenas 62,8% da sua capacidade de transporte. Neste setor, o aproveitamento caiu 5,4% em relação ao ano 2000.

Logo após o anúncio das quedas no número de passageiros e de carga transportada, na manhã desta sexta-feira (18), o valor das ações chegou a cair 2%, para recuperar-se no decorrer do dia.

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