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Economia

Lufthansa corta salários para sair da crise

Companhia aérea alemã prepara-se para enfrentar futuro turbulento.

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Pacote de medidas vai aumentar liquidez da empresa

Após várias semanas de difíceis negociações, a companhia aérea alemã Lufthansa e os representantes dos sindicatos aprovaram um pacote de medidas, que permitirá à empresa economizar mais de 200 milhões de euros no próximo ano.

As medidas evitarão que a Lufthansa demita até 4 mil funcionários, conforme ameaça formulada pelo seu presidente, Jürgen Weber.

O aumento anual dos salários dos funcionários foi cancelado e só a metade do décimo terceiro será paga. Além disso, cerca de 12 mil empregados terão férias coletivas até o próximo mês de abril.

Em 2002, a Lufthansa reduzirá 1700 postos de trabalho através de medidas de contenção de despesas e remanejamento.

Futuro turbulento - O pacote de medidas, que aumentará a liquidez da Lufhansa, é um grande passo para o futuro, destacou o diretor de pessoal, Stefan Lauer. A crise da aviação civil, que aprofundou-se desde os atentados de 11 de setembro, já provocou a quebra de duas grandes companhias aéreas européias - a Swissair e a belga Sabena - e levou muitas outras à beira da falência.

Segundo os prognósticos, haverá uma drástica redução do número de empresas aéreas na Europa, nos próximos anos. Só irá sobreviver quem tiver condição de resistir com flexibilidade aos duros tempos.

Apesar da crise, a Lufthansa acabou de encomendar 15 grandes aviões do tipo Airbus A380-800. Esses aparelhos serão entregues no terceiro trimestre de 2007. Sobre o preço de compra e as condições de financiamento, o presidente Jürgen Weber evitou fazer qualquer comentário. Sabe-se porém, que em vista de sua longa colaboração com a Airbus, a companhia aérea alemã desfruta de condições especiais.

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