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Mundo

Libéria fecha todas as escolas na tentativa de conter avanço do ebola

Depois de fechar fronteiras, país toma medidas mais severas para evitar alastramento da doença, que já deixou mais de 670 mortos na África Ocidental. Governo considera colocar localidades em quarentena.

Para combater a epidemia do ebola, o governo da Libéria ordenou o fechamento de todas as escolas do país. A medida permanecerá em vigor até que o Ministério da Educação dê novas instruções, disse a presidente Ellen Johnson Sirleaf nesta quarta-feira (30/07).

Todos os mercados nas regiões de fronteira também foram fechados. Esta sexta-feira foi decretada feriado para que todos os prédios públicos possam ser desinfetados. As forças de segurança do país foram encarregadas de colocar as medidas em prática.

Além disso, todos os funcionários do governo que não são estritamente necessários devem tirar férias compulsórias durante 30 dias. O governo também considerou colocar várias localidades em quarentena.

"Precisamos agir para impedir o alastramento", disse o ministro da Informação, Lewis Brown, à agência de notícias Reuters. "Precisamos de toda ajuda que pudermos receber", completou, pedindo o apoio da comunidade internacional.

Tratam-se das medidas mais severas tomadas contra o surto de ebola no oeste da África até o momento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 670 pessoas morreram da doença na Libéria, na Guiné e em Serra Leoa desde o início da epidemia, em março. Mais de 1.200 pessoas já foram infectadas pelo vírus.

Cerca de um quinto das vítimas fatais foram contabilizadas na Libéria. Nesta segunda-feira, o país já havia fechado suas fronteiras terrestres na tentativa de conter o avanço da doença. Esta é a primeira epidemia do ebola na África Ocidental e a mais grave já registrada no mundo.

LPF/rtr/dpa/afp

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