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Economia

Leste alemão começa a recuperar terreno

Pesquisa sobre o desenvolvimento econômico das 60 principais cidades alemãs confirma que a força econômica do país continua no Oeste, embora centros urbanos do Leste tenham subido no ranking. Munique é a mais promissora.

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Leipzig é uma das cidades de maior expansão no Leste

De todas as cidades alemãs, Munique apresenta as melhores perspectivas econômicas para o futuro, seguida por Stuttgart, Düsseldorf, Hamburgo e Heidelberg, de acordo com uma pesquisa publicada recentemente pela revista Capital.

O estudo, empreendido pelo Instituto de Pesquisa Econômica de Bad Homburg, avaliou o potencial de desenvolvimento das 60 principais cidades da Alemanha entre 2002 e 2011, levando em conta crescimento econômico, criação de empregos, desenvolvimento demográfico e poder de consumo.

Wie ein Buergerentscheid in Muenchen am Sonntag, 21. Nov. 2004, ergab, duerfen in der bayerischen Landeshaupstadt in Zukunft keine Gebauede hoeher als 100 Meter gebaut werden. München

Munique foi a primeira colocada

Os resultados confirmam a enorme contribuição do Oeste alemão para a força econômica do país. As dez primeiras colocadas estão todas situadas na porção ocidental alemã, incluindo importantes centros culturais e financeiros, como Frankfurt, Colônia, Wiesbaden e Bonn. A capital Berlim, com altas taxas de desemprego e nível decrescente de investimentos, ocupa apenas a 32ª posição.

Pólos industriais despencam

Entretanto, novas tendências mostram que os centros urbanos do Leste começam a recuperar-se, ao mesmo tempo em que tradicionais pólos industriais do Oeste despencam no ranking. Neste ano, outras quatro cidades do Leste alemão ingressaram na lista.

Das cidades orientais, Leipzig foi a que registrou o maior crescimento, passando da 43ª à 19ª posição, seguida por Dresden, que subiu da 34ª à 14ª colocação, e Jena, que passou do 41º ao 21º lugar. Potsdam ultrapassou a vizinha Berlim, acabando na 30ª colocação.

Essen: Folkwang-Hochschule für Musik, Theater, Tanz

Essen foi a grande perdedora, caindo 21 posições

Já a região do Vale do Ruhr, onde estão localizadas cidades como Dortmund, Bochum e Duisburg, registrou o maior declínio em relação ao ranking de janeiro de 2003, afetada principalmente pelo encolhimento da população. A cidade de Bochum caiu nove posições, passando a 38ª colocada. Krefeld caiu 15 e ocupa agora a 48ª posição. Mas a maior perdedora entre as cidades pesquisadas é Essen, que despencou 21 posições e terminou no 34º lugar.

Mesmo assim, as últimas cinco colocadas – Magdeburg, Rostock, Chemnitz, Halle/Saale e Schwerin – continuam sendo cidades do Leste alemão.

Áreas rurais crescem menos

Os centros urbanos são os principais responsáveis pela recuperação econômica da Alemanha. Enquanto a taxa média de crescimento até 2011 será de 18,9% nas cidades, no restante do país ele será de apenas 14,3%.

Schweriner Schloss

Schwerin foi a última colocada

A diferença também está aumentando entre as cidades analisadas. Enquanto especialistas prevêem para Munique um crescimento de 25% até 2011, em Schwerin, por exemplo, esse índice não passará de 7%.

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