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Cultura

Lady do nazismo morre aos 101 anos

Leni Riefenstahl faleceu na Baviera, encerrando uma biografia altamente controversa.

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Cineasta aos cem anos

A cineasta e fotógrafa Leni Riefenstahl morreu na noite de segunda-feira (8), aos 101 anos, em sua residência em Pöcking, nas imediações do Lago de Starnberg. Isso foi o que noticiou o serviço online da revista Bunte, com base em informações do parceiro de Riefenstahl, Horst Kettner. Ele comunicou que ela “adormeceu em paz às 22h50”.

O prefeito de Pöcking, Konrad Krabler, confirmou ter visto um carro funerário parar em frente à casa da fotógrafa, na terça-feira (9) de manhã. Segundo Krabler, Riefenstahl foi operada diversas vezes recentemente, inclusive de uma fratura no fêmur. O dia e horário do enterro ainda não foi anunciado.

Trajetória polêmica

Leni Riefenstahl – personalidade polêmica na Alemanha, por causa de sua atuação durante o regime nazista – documentou, entre outras coisas, a convenção do partido nazista (NSDAP) em 1934 e os Jogos Olímpicos de 1936.

Nascida em Berlim, Riefenstahl começou sua carreira como bailarina moderna. Após um acidente, estudou técnica cinematográfica e se tornou atriz. Ela estreou como cineasta em 1932, com o filme A Luz Azul (Das Blaue Licht), conhecendo Adolf Hitler logo depois. Em função de seus documentários realizados entre 1933 e 1934, Riefenstahl foi acusada de fazer propaganda para o nazismo – uma acusação que a cineasta negou até o fim da vida. Após a guerra, ela se dedicou sobretudo à fotografia, fazendo sucesso com seu livro sobre a tribo Nuba, do sul do Sudão. Junto com seu cameraman e parceiro Horst Kettner, dirigiu até pouco tempo filmes subaquáticos.

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