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Mundo

Líderes católicos pedem acordo climático justo

No Vaticano, religiosos pedem que Conferência do Clima de Paris trace metas para reduzir emissão de poluentes e proteger o planeta. "São necessários marcos legais que estabeleçam limites claros", diz o documento.

Líderes da Igreja Católica pediram nesta segunda-feira (26/10) que seja aprovado um acordo climático justo, que estabeleça limites globais de temperatura e metas obrigatórias de redução das emissões de gases do efeito estufa para salvar o planeta de uma catástrofe.

Os patriarcas, cardeais e bispos católicos assinaram o apelo no Vaticano, afirmando que o acordo climático a ser firmado na Conferência do Clima da ONU, no final deste ano em Paris, deve assegurar a justiça social.

O documento contendo dez pontos teve como base a

encíclica apresentada pelo papa Francisco

em junho deste ano, intitulada Laudato si, na qual o pontífice pede ação urgente para salvar o planeta.

O apelo feito pelos líderes afirma que "evidências científicas confiáveis" sugerem que o aquecimento global é o resultado da "atividade humana desenfreada", de modelos vigentes de progresso e desenvolvimento e da dependência excessiva de combustíveis fósseis.

"O papa e bispos católicos de cinco continentes apelam por uma drástica redução da emissão de dióxido de carbono e de outros gases tóxicos", diz o apelo à conferência, a ser realizada em Paris entre 30 de novembro e 11 de dezembro.

"A Terra é em essência uma herança compartilhada, cujos frutos devem beneficiar todos", afirmou o documento, lembrando que o papa havia dirigido sua encíclica sobre o meio ambiente a "todas as pessoas que vivem no planeta".

"A construção e manutenção de um lar comum sustentável requer uma liderança política corajosa e imaginativa", diz o apelo, assinado por líderes da África, da Ásia, da América, da Europa e da Oceania. "São necessários marcos legais que estabeleçam limites claros e assegurem a proteção do ecossistema."

LPF/rtr/ap

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