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Mundo

Kremlin desmente telefonema entre Putin e Elton John

Cantor havia dito no Instagram que presidente russo marcou, pelo telefone, um encontro para discutir questões LGBT. Porta-voz em Moscou nega, mas afirma que Putin sempre esteve aberto para discutir direitos humanos.

Depois de escrever no Instagram que havia recebido um telefonema do presidente russo, Vladimir Putin, o cantor britânico Elton John foi desmentido nesta semana pelo porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.

O compositor havia postado, nesta segunda-feira (14/09), uma foto de Putin agradecendo o russo pelo telefonema e dizendo estar "ansioso por encontrá-lo pessoalmente para discutir a igualdade LGBT na Rússia".

"Posso dizer com total autoridade que o presidente Putin não falou com Sir Elton John", afirmou Peskov à agência estatal de notícias TASS. "Também não recebemos nenhum pedido formal para uma reunião."

No entanto, o Kremlin não descartou um encontro entre o político russo e o músico britânico. "O presidente sempre esteve aberto para discutir questões de direitos humanos", declarou Peskov.

britischer Sänger Elton John bedankt sich bei Putin

Elton John agradeceu Putin em post no Instagram

A assessora do cantor, Fran Curtis, havia confirmado ao site Buzzfeed que Putin havia telefonado para o britânico. Ela disse à agência de notícias dpa não ter informações além do que diz o post.

John disse, na semana passada, que estaria disposto a conversar com o chefe do Kremlin sobre a situação dos gays na Rússia. Numa entrevista à BBC, o cantor criticou uma declaração feita por Putin no ano passado, indicando que gays teriam crianças como alvo.

"Você é o presidente da Rússia e sai falando bobagens como essa?", questionou o compositor. "Ele pode rir da minha cara depois que fechar a porta e me chamar de completo idiota, mas pelo menos quero poder dizer que eu tentei", disse John sobre um possível encontro com Putin.

Na semana passada, John esteve na Ucrânia, onde conversou com o presidente Petro Poroshenko sobre os direitos da comunidade LGBT e pediu leis que punam com rigor a discriminação e os crimes baseados em sexualidade e gênero.

FCA/dpa/ap

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