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Alemanha

Joschka Fischer vê situação alarmante no Oriente Médio

Segundo o ministro alemão das Relações Exteriores Joschka Fischer, a situação no conflito do Oriente Médio agravou-se de maneira "alarmante".

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Joschka Fischer (dir.) e Shimon Peres, em Tel Aviv

Depois de reunir-se com o presidente egípcio Hosni Mubarak, no Cairo, e com o primeiro-ministro israelense Ariel Sharon em Jerusalém, Joschka Fischer manteve conversações com o ministro israelense das Relações Exteriores Shimon Peres, nesta sexta-feira (15), em Tel Aviv. Após o encontro, o chefe da diplomacia alemã mostrou-se preocupado com o agravamento do conflito entres israelenses e palestinos.

Joschka Fischer manifestou apoio à proposta do seu colega de pasta israelense Shimon Peres, de que seja criado um Estado palestino nos territórios autônomos, como ponto de partida para novas negociações de paz para o Oriente Médio. O plano de Peres foi esclarecido em detalhes ao ministro alemão, durante o encontro de Tel Aviv. Fischer classificou a sugestão feita do ministro israelense como "muito boa". O plano de Shimon Peres, elaborado em cooperação com o presidente do Parlamento palestino Achmed Korei, não recebeu contudo a aprovação do primeiro-ministro Ariel Sharon.

Não há alternativa para Arafat

Numa palestra pronunciada na Universidade de Tel Aviv, o ministro alemão de Relações Exteriores conclamara, na noite da quinta-feira, o governo israelense e a liderança palestina a retornarem à mesa de negociações. "A violência não é solução; não existe nenhuma alternativa para as conversações políticas", afirmou Joschka Fischer. Na sua opinião, Israel não pode tampouco excluir uma participação de Yassir Arafat nas conversações de paz. No momento, nenhum outro líder palestino tem condições de assumir o papel de Arafat nas negociações, segundo Fischer.

O ministro alemão permanece na região até o fim-de-semana, devendo encontrar-se neste sábado (16) com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Yassir Arafat, em Ramallah.

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