Itália autoriza extradição de Pizzolato | Notícias e análises sobre os fatos mais relevantes do Brasil | DW | 10.06.2015
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Brasil

Itália autoriza extradição de Pizzolato

Ministério da Justiça brasileiro informa que extradição foi autorizada a partir do dia 15 de junho e diz estar pronto para "cumprir imediatamente" o processo. Pizzolato foi condenado no mensalão em 2013.

O governo italiano autorizou a extradição de Henrique Pizzolato, ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, a partir do dia 15 deste mês, anunciou nesta quarta-feira (10/06) o Ministério da Justiça brasileiro.

De acordo com a nota divulgada, "as autoridades brasileiras estarão prontas para cumprir imediatamente o processo de extradição, salvo alguma decisão altere o prazo estabelecido".

O Brasil tem um prazo de 20 dias para trazê-lo de volta. A Polícia Federal fará o translado e aguarda agora a autorização do Ministério da Justiça para enviar uma equipe à Itália.

Em abril, a Justiça italiana autorizou a extradição de Pizzolato, condenado no processo do mensalão. Ele seria extraditado para cumprir a pena de 12 anos e sete meses de prisão por lavagem de dinheiro e peculato. A decisão, porém, foi suspensa após um recurso apresentado pela defesa do brasileiro.

Os advogados alegavam que os presídios do Brasil não têm condições de garantir a integridade física dos detentos. No início de junho, o Tribunal Administrativo Regional do Lácio rejeitou o recurso e confirmou a decisão da Justiça italiana.

Após ser condenado no processo do mensalão em 2013, Pizzolato, que tem cidadania italiana, fugiu para a Itália com um passaporte falso. Em fevereiro de 2014, o brasileiro foi detido na cidade italiana de Maranello, devido à documentação irregular.

O ex-diretor do Banco do Brasil deve cumprir pena no Complexo Penitenciário de Papuda, no Distrito Federal, junto com outros condenados no mensalão.

CN/dpa/ebc

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