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Mundo

Israel enfrenta série de ataques em "dia de fúria"

Pelo menos três israelenses são mortos após ataques a facadas pepretados por palestinos em Tel Aviv e Jerusalém. Netanyahu convoca reunião de emergência.

O mês de outubro continua presenciando uma série de ataques violentos em Israel. Nesta terça-feira (13/10), incidentes envolvendo esfaqueamentos deixaram ao menos três israelenses mortos e vários 30 feridos, alguns em estado grave. Os casos seguiram à convocação do que grupos palestinos na Cisjordânia, em Gaza e em Jerusalém Oriental classificaram de o "dia de fúria". O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu convocou uma reunião de emergência para lidar com a situação.

No primeiro ataque, um jovem de 22 anos de Jerusalém Oriental esfaqueou um homem de 32 anos de idade, que sofreu ferimentos moderados e foi levado a um hospital, segundo o porta-voz da polícia israelense, Micky Rosenfeld.

O ataque ocorreu no município de Raanana, ao norte de Tel Aviv. O agressor foi dominado por transeuntes que testemunharam o incidente. Ele também foi levado ao hospital com ferimentos leves. Mais tarde, uma mulher foi esfaqueada por um agressor que foi igualmente desarmado por passantes.

Os ataques se agravaram durante o dia. Em Jerusalém, dois homens subiram num ônibus, abriram fogo contra passageiros e esfaquearam outros. Dois israelenses foram mortos e quatro pessoas ficaram feridas. Um dos suspeitos foi morto, e o outro está detido.

Em outra parte de Jerusalém, um homem bateu seu carro num ponto de ônibus. Em seguida, saiu do veículo e esfaqueou pedestres. Uma pessoa foi morta e outras três ficaram feridas. O agressor foi baleado e capturado pela polícia. Na noite anterior, um jovem palestino esfaqueou um soldado israelense e tentou roubar sua arma. Ele foi morto após luta com civis e forças de segurança.

Ataques a faca contra israelenses aumentaram substancialmente desde as festividades do ano novo judaico no fim do mês passado. O atual pico de violência entre palestinos e israelenses decorre de uma disputa sobre direitos de visitas à Cidade Antiga de Jerusalém, local reverenciado por judeus e muçulmanos. A comunidade islâmica teme que Israel controle o complexo onde fica a mesquita Al-Aqsa, o local mais sagrado do islamismo fora da Península Arábica.

Desde então, ao menos seis israelenses foram mortos e dezenas de outros foram feridos em tiroteios, apedrejamento e numa série de esfaqueamentos. Pelo menos 26 palestinos foram mortos por forças de segurança israelenses, sendo dez deles identificados como agressores e os demais em confrontos com tropas de Israel. Em tais confrontos, centenas de palestinos ficaram feridos. Alguns dos ataques foram efetuados por membros da minoria árabe de Israel.

PV/rtr/afp/dpa

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