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Economia

Investimentos estrangeiros caíram 23% na América Latina

De US$ 105 bilhões, em 1999, os investimentos diretos caíram para US$ 80 bilhões em 2001, segundo a CEPAL , a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe.

O desaquecimento mundial da conjuntura e a crise econômica na Argentina levaram a uma queda do volume de investimentos estrangeiros diretos na América Latina e região do Caribe. A queda foi de 23% em 2000 e 2001, informou a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), nesta terça-feira (18), em Santiago do Chile.

Os investimentos diretos caíram de 105 bilhões de dólares, em 1999, para 88 bilhões de dólares em 2000 e 80 bilhões de dólares em 2001. A retração dos investidores foi motivada pela crise na Venezuela e os quatro anos de recessão na Argentina. O maior parceiro do Brasil no Mercosul recebeu apenas 3,1 bilhões de dólares no ano passado, após 11,6 bilhões de dólares em 2000.

No que se refere a 2002, a comissão econômica das Nações Unidas não se mostra muito confiante. O crescimento deve continuar em um patamar não muito expressivo. No Chile a CEPAL espera uma taxa de 2,5% e no Brasil, um crescimento econômico de 1,8%. Outros países, pelo contrário, terão taxas negativas: Argentina (-10%), Venezuela (-3,0%) e Uruguai (-4%).

O Brasil, que recebera mais de 30 bilhões de dólares de investimentos diretos, tanto em 1999 como em 2000, viu diminuir o fluxo de capitais no ano passado para 22,6 bilhões de dólares. As previsões para este ano situam-se entre 16 e 18 bilhões de dólares.