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Mundo

Investigadores buscam testemunhas da queda do voo MH17

Pessoas que possam ter indícios de que um míssil atingiu a aeronave, que caiu no leste da Ucrânia em julho do ano passado, devem procurar a equipe de investigação. Está é a principal hipótese trabalhada, admitem peritos.

A equipe internacional de investigação que busca as causas que levaram à queda do avião da companhia aérea Malaysia Airlines, em julho do ano passado, procura testemunhas que possam fornecer algum indício de que a aeronave foi atingida por um míssil antes de cair, no leste da Ucrânia.

Em nota divulgada nesta segunda-feira (30/03), investigadores convocaram pessoas "que possam contar mais sobre o transporte, a tripulação e o lançamento de um foguete Buk na região de Donbass, dias antes e depois da queda" do voo MH17.

O apelo está sendo feito também por meio de um vídeo que circula na internet e em canais de televisão. Ele traz imagens de um sistema de míssil sendo transportado em um caminhão no leste da Ucrânia antes e depois da queda do Boeing, e um áudio com conversas telefônicas entre combatentes rebeldes. O vídeo pede para quem tiver informações sobre os homens que transportavam os mísseis, ou que tenha tirado fotos ou filmado o caminhão, que entre em contato.

Peritos da Holanda, à frente das investigações, estão remontando os destroços da aeronave – 196 das 298 pessoas a bordo tinham nacionalidade holandesa.

Segundo os investigadores, quatro cenários possíveis estão sendo considerados, mas a teoria de que a aeronave foi atingida por um míssil é a principal. O porta-voz do grupo, Wim de Bruin, ressaltou, porém, que ainda não se chegou a nenhuma conclusão e afirmou que as investigações prosseguem.

O Boeing 777 decolou de Amsterdã com destino a Kuala Lumpur no dia 17 de julho, e caiu horas depois no leste ucraniano. Nenhum sinal de emergência foi enviado. Os destroços ficaram espalhados por uma área de 35 quilômetros quadrados. Na época, forças leais ao governo da Ucrânia e combatentes rebeldes pró-Rússia mantinham violentos e intensos confrontos na região.

Kiev e lideranças ocidentais acusam os separatistas de derrubar a aeronave com um míssil superfície-ar fornecido pela Rússia. Moscou nega as acusações, e diz que as tropas ucranianas são responsáveis pela tragédia.

MSB/rtr/afp/ap

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