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Ciência e Saúde

Hubble revela mais profunda imagem já registrada do universo

Telescópio reuniu mais de 2 mil imagens captadas em dez anos para formar a XDF, espécie de fotografia de uma parcela do universo. Registro alcança galáxias a 13,2 bilhões de anos-luz da Terra.

HANDOUT - Rund 5500 Galaxien sind auf einer undatierten Aufnahme des Weltraumteleskopes «Hubble» zu sehen. Die Langzeitbelichtung mit dem Namen «Hubble extreme Deep Field» (XDF) enthüllt Galaxien in einer Entfernung von bis zu 13,2 Milliarden Lichtjahren. Foto: NASA/ESA/G. Illingworth/D. Magee/P. Oesch/R. Bouwens/HUDF09 Team dpa (zu dpa «Hubble» liefert tiefsten Blick in den Kosmos vom 26.09.2012 - Redaktionshinweis: Verwending nur zu redaktionellen Zwecken bei vollständiger Quellenangabe) +++(c) dpa - Bildfunk+++

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O telescópio espacial Hubble mostrou nesta terça-feira a mais profunda fotografia do universo conhecida até hoje. Reunindo imagens captadas ao longo de dez anos, astrônomos do Space Telescope Science Institute, nos EUA, revelaram um caleidoscópio de galáxias e outros objetos celestes.

Nomeada Hubble eXtreme Deep Field (XDF), a imagem de longa exposição captada pelo telescópio revelou 5.500 galáxias além das observadas em 2003 e 2004 em uma pequena parcela do universo. As galáxias estão a uma distância de até 13,2 bilhões de anos-luz da Terra.

O Hubble retornou ao mesmo ponto mais de 50 vezes ao longo da última década, acumulando 2 milhões de segundos de tempo de exposição. O telescópio conseguiu observar galáxias que brilham dez bilhões de vezes mais fracas do que as que se veem a olho nu. Os objetos mais distantes encontrados remontam a 500 milhões de anos depois do surgimento do universo – há cerca de 13,7 bilhões de anos.

Em seus primórdios, o universo era um local agitado, repleto de galáxias colidentes e em fusão que irradiavam uma luz azul brilhante – um sinal revelador da formação de novas estrelas. A imagem revelada pelo Hubble também mostra galáxias brilhantes em espiral e outras mais antigas, vermelhas e difusas, nas quais não há mais o surgimento de estrelas.

Mais de 2 mil imagens da mesma área, captadas pela Câmera Avançada para Pesquisas e pela Câmera de Largo Campo 3, foram combinadas para formar a XDF.

"A XDF é a mais profunda imagem do universo já obtida", disse Garth Illingworth, astrônomo da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz. "Ela nos permite explorar muito mais longe no tempo do que jamais foi possível."

LPF/rtr/dpa
Revisão: Francis França

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