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Mundo

Homem-bomba mata dezenas em repartição no Paquistão

Ataque suicida foi reivindicado por braço paquistanês do Talibã, segundo o qual o órgão emissor de documentos de identidade seria parte de um "governo pagão". Governo paquistanês tem investido contra colaboradores do EI.

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Ataque em província noroeste foi reivindicado pelo Jamaat ur Ahrar

Pelo menos 23 pessoas morreram e 75 ficaram feridas, um terço das quais gravemente, num atentado suicida contra uma repartição do governo na cidade de Mardan, na província de Khyber Pakhtunkhwa, no noroeste do Paquistão, nesta terça-feira (29/12). Uma facção paquistanesa do Talibã reivindicou o ato.

A explosão ocorreu na fila do lado de fora da Autoridade Nacional de Banco de Dados e Cadastro (Nadra, na sigla em inglês), órgão responsável por emitir documentos de identidade. Segundo a polícia, um homem-bomba se chocou com sua motocicleta contra o portão do edifício da repartição pública.

Fontes diversas afirmam que as autoridades antiterrorismo do Paquistão têm prendido diversas pessoas presumivelmente ligadas ao grupo jihadista "Estado Islâmico" (EI). O ataque marca o fim de um ano relativamente tranquilo no país muito atingido pelo terrorismo.

A responsabilidade pelo atentado a bomba foi assumida pelo Jamaat ur Ahrar, braço do Talibã paquistanês que tem como meta estabelecer um regime islâmico linha-dura no país.

Anteriormente, ele detinha o controle sobre vastas áreas da província de Khyber Pakhtunkhwa. Contudo, após as sérias rebordosas sofridas desde o início das ofensivas militares em 2009, o grupo fundamentalista se restringe a alguns pequenos redutos.

Segundo o porta-voz Ehsanullah Ehsan, o ataque se justificaria pelo fato de o edifício ser parte de um "Estado pagão". "Com a vontade de Alá, vamos atingir todas as organizações paquistanesas direta ou indiretamente ligadas a esta guerra", declarou Ehsan em comunicado.

AV/rtr,dpa

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