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Cultura

Holocausto — execução e repercussão

Museu Histórico de Berlim revive a história do genocídio dos judeus. Mais de mil objetos ajudam a reconstituir o plano dos nazistas para exterminar seis milhões de pessoas.

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Escultura "Inferno" (1946), de Fritz Koelle, faz parte da exposição em Berlim

Em memória aos 60 anos da Conferência de Wannsee, o Museu Histórico de Berlim está promovendo a mais completa exposição já realizada sobre o Holocausto. A mostra aborda a questão do extermínio dos judeus e sua repercussão na Alemanha do pós-guerra. "Holocausto — O genocídio pelos nazistas e o motivo de sua lembrança" está aberta ao público a partir desta quinta-feira (17).

A Conferência de Wannsee entrou para a História como o registro do exato momento em que os representantes do regime nazista discutiram o modo operacional de implantação do plano de extermínio dos judeus. No dia 20 de janeiro de 1942, os dirigentes nazistas reuniram-se em uma casa no sudoeste de Berlim para selar o destino de milhões de pessoas. Durante o encontro, planejou-se a "solução final do problema dos judeus" na Europa, determinando o seu total extermínio.

Para ilustrar e descrever o ambiente de tramitação da "solução final" estarão expostos 1200 objetos, entre cartazes, fotos, jornais, cartas, filmes, gravações, livros, roupas e utensílios pessoais dos nazistas. Cerca de 120 organizações nacionais e internacionais contribuíram para a exposição, entre elas o Museu de Auschwitz-Birkenau, da Polônia, e o Museu Memorial ao Holocausto, dos Estados Unidos.

A exposição foi dividida cronologicamente, iniciando com os temas: anti-semitismo após a Primeira Guerra Mundial, discriminação e expulsão dos judeus depois que Hitler assumiu o poder (1933) e a investida alemã na Polônia (1939). A segunda parte aborda os assuntos relacionados à discussão acerca do Holocausto na Alemanha do pós-guerra, tanto na parte ocidental do país como na Alemanha comunista.

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