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Copa do Mundo

História das Copas

Todos os campeões do mundo, as curiosidades de cada edição, os principais jogadores e momentos inesquecíveis dos 17 mundiais.

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Seleção do Uruguai foi a primeira a conquistar uma Copa do Mundo, em 1930

1930 | 1934 | 1938 | 1950 | 1954 | 1958 | 1962 | 1966 | 1970 |
1974 | 1978 | 1982 | 1986 | 1990 | 1994 | 1998 | 2002

1930 – Uruguai

Os donos da casa foram os campeões da primeira Copa do Mundo, que contou com apenas 13 países. A maioria das seleções européias não participou por causa da distância, pois teriam que enfrentar duas semanas de viagem de navio até chegar ao país sul-americano. Apenas França, Iugoslávia, Romênia e Bélgica estiveram presentes. O título de vice-campeã ficou com a Argentina, que perdeu por 4 a 2 para os uruguaios. Os Estados Unidos conquistaram a terceira colocação. O brasileiro Preguinho foi um dos destaques da Copa. Ele marcou três gols, entre eles o primeiro do Brasil em mundiais. Mas a seleção brasileira não passou da primeira fase. O artilheiro da competição foi o argentino Guilhermo Stábile.

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1934 – Itália

Novamente o país-sede levou o troféu de campeão do mundo. A política esteve presente durante a competição, com o líder fascista, Benito Mussolini, usando-a como ferramenta de publicidade do seu governo. A seleção italiana venceu a Tchecoslováquia na final por 2 a 1. O terceiro lugar ficou com a Alemanha, cujo jogador Edmund Conen foi um dos goleadores, com quatro gols marcados. O Brasil parou nas oitavas-de-final. Uma crise interna no futebol brasileiro entre a CBD e os clubes impossibilitou a convocação dos melhores jogadores.

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1938 – França

A Itália se consagrou bicampeã ao vencer a Hungria por 4 a 2. O Brasil, do artilheiro da competição, Leônidas da Silva (oito gols marcados), terminou a competição em 3º lugar. Até a final, a Hungria era cotada como favorita ao título, com seus 13 gols e sua característica ofensiva. A Alemanha de Hitler já enfrentava questões políticas e, com a anexação de algumas nações, o time contou com cinco jogadores austríacos. Mesmo assim, não foi possível evitar a eliminação nas oitavas-de-final pela Suíça por 4 a 2. A Espanha foi a ausência da competição em razão da Guerra Civil enfrentada pelo país.

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1950 – Brasil

Após 12 anos de paralisação em razão da 2ª Guerra Mundial, uma nova edição da Copa do Mundo voltou a ser realizada. Para a competição foi construído no Rio de Janeiro o maior estádio do mundo, o Maracanã. Os ventos sopravam a favor dos brasileiros, que no entanto tiveram que amargar a derrota na final para o Uruguai por 2 a 1. Os vizinhos latinos eram agora, ao lado dos italianos, bicampeões. O brasileiro Ademir de Menezes foi o artilheiro, com nove gols. Nem a Alemanha Ocidental nem a Oriental estiveram presentes. A maior zebra ficou por conta da derrota da Inglaterra por 1 a 0 para os Estados Unidos, na primeira participação inglesa em mundiais.

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1954 – Suíça

Fussballweltmeisterschaft Deutschland gegen Ungarn 1954

Jogadores da Alemanha Ocidental comemoram gol durante a final contra a Hungria

A Alemanha Ocidental derrotou a favorita Hungria por 3 a 2 e sagrou-se campeã do mundo. Os húngaros tinham a seu favor uma invencibilidade de cinco anos e o artilheiro Kocsis, com 11 gols. O terceiro lugar ficou com a Áustria. Nesta Copa, o Brasil substituiu seu tradicional uniforme azul e branco pelas cores verde e amarela, ficando conhecido como a Seleção Canarinho. O time contava com Zezé Moreira, conhecido como "O Homem da Diagonal". A 5ª edição foi considerada a das goleadas, com 140 gols marcados, uma média de 5,36 por partida.

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1958 – Suécia

O Brasil supreendeu com aquele que viria, mais tarde, a ser considerado o melhor jogador de todos os tempos, Pelé, e comemorou o título de campeão do mundo vencendo o país anfitrião por 5 a 2. O time brasileiro era de estrelas como o próprio Pelé, então um menino de 17 anos, Gilmar, Djalma Santos, Nilton Santos, Belini, Didi, Vavá, Zito, Garrincha e Zagallo. A França ficou com o terceiro lugar e teve o goleador da competição, Just Fontaine, com 13 gols. Pelé e o alemão Helmuth Rahn marcaram seis gols cada. A então campeã, Alemanha Ocidental, não contou com a maioria dos jogadores vitoriosos da edição anterior e amargou várias derrotas.

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1962 – Chile

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O craque Vavá foi um dos artilheiros e ajudou o Brasil a conquistar o bicampeonato

Os brasileiros conquistaram o bicampeonato com poucas mudanças no seu time titular em relação à edição anterior. Desta vez, porém, a Copa foi de Garrincha, artilheiro ao lado de Vavá, com quatro gols. O craque Pelé amargou uma lesão no segundo jogo e acabou sendo substituído por Amarildo nas partidas seguintes. A vitória do Brasil na final foi sobre a Tchecoslováquia por 3 a 1. O terceiro lugar ficou com os chilenos. França e Suécia foram as grandes ausências por não terem conseguido se classificar. A Alemanha Ocidental não passou das quartas-de-final.

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1966 – Inglaterra

Os anfitriões comemoraram o título ao vencerem a Alemanha Ocidental, de Franz Beckenbauer, por 4 a 2, numa final marcada pela polêmica. Um gol inexistente na prorrogação foi decisivo para os ingleses. O terceiro lugar ficou com Portugal. O Brasil, após oito anos, foi para a Copa com uma seleção considerada já velha e não passou da primeira fase. Uma das zebras foi a eliminação da Itália, ainda na primeira fase, pela Coréia do Norte. O artilheiro foi o português Eusébio, com nove gols. A curiosidade ficou por conta do cachorro Pickles. Às vésperas da Copa, a taça Jules Rimet foi roubada e encontrada dias depois pelo animal.

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1970 – México

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O tri do Brasil veio com vitória em cima da Itália. Foi a última Copa de Pelé

O Brasil consagrou-se o primeiro tricampeão do mundo ao vencer a Itália na final por uma goleada de 4 a 1. Novamente, a Seleção Canarinho contava com um rol fenomenal de jogadores: além de Pelé, com 29 anos e disputando sua última Copa, Gérson, Rivelino, Carlos Alberto Torres e Jairzinho eram alguns dos craques brasileiros. O técnico era Zagallo. A Alemanha Ocidental ficou em terceiro lugar, após perder a semifinal para os italianos. O capitão alemão Franz Beckenbauer jogou a partida com o ombro deslocado. Seu parceiro de equipe, Gerd Müller, foi o goleador, com dez gols.

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1974 – Alemanha

Franz Beckenbauer, Fussballer 1974

Depois de duas Copas, Beckenbauer (e) conquista o título

Jogando em casa, a Alemanha Ocidental conquistou o bicampeonato derrotando mais uma vez um time favorito, desta vez a Holanda. A famosa "Laranja Mecânica", como o time holandês ficou conhecido, estava massacrando seus adversários até ser parada pelos alemães por 2 a 1. Foi a consagração do zagueiro Franz Beckenbauer, que há dois Mundiais buscava o título. Outro fato histórico foi a derrota, na primeira fase, da Alemanha Ocidental para a Alemanha Oriental por 1 a 0. O terceiro lugar foi da Polônia, que teve o goleador Grzegorz Lato, com sete gols marcados. O Brasil de Zagallo ficou em quarto.

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1978 – Argentina

Mais uma edição da Copa teve o país anfitrião como campeão. Devido à ditadura militar na Argentina, alguns países ameaçaram não participar, mas o evento acabou se realizando normalmente. Na final, os anfitriões derrotaram a Holanda por 3 a 1. O Brasil ficou em terceiro lugar. A polêmica ficou por conta do jogo Argentina e Peru. Os argentinos precisavam vencer por 4 a 0 para chegar à final. O jogo terminou 6 a 0 para os argentinos, com suspeitas recaíndo sob o goleiro peruano, Quiroga, argentino de nascimento. O argentino Mário Kempes foi o goleador, com seis gols. Para a Alemanha, a Copa seria lembrada pela "Desgraça de Córdoba", a derrota para a Áustria por 3 a 2.

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1982 – Espanha

Esta foi talvez a Copa em que o Brasil, de Zico e comandado por Telê Santana, teve o maior favoritismo. Mesmo assim, não conseguiu chegar à final, sendo eliminado pelos campeões, a Itália. Os italianos conquistaram assim também o tricampeonato, derrotando a Alemanha Ocidental por 3 a 1. A Polônia, também considerada sensação da Copa, ficou em terceiro lugar. Paolo Rossi foi o goleador, com seis gols. Foi neste Mundial que foi registrada a maior goleada da história das Copas: 10 a 1 da Hungria em cima de El Salvador. Esta também foi a primeira participação do argentino Maradona num Mundial.

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1986 – México

Foi nesta Copa que Maradona se consagrou, ajudando seu time a conquistar o bicampeonato ao derrotar a Alemanha Ocidental por 3 a 2. A França ficou em terceiro lugar. Os ingleses jamais esquecem esta Copa em razão da derrota para os campeões, para a qual foi decisivo o famoso gol de mão de Maradona, "a mão de Deus", como disse o próprio jogador. O Brasil, de Careca, foi eliminado nas quartas-de-final pela França nos pênaltis. O goleador da competição foi o inglês Gary Lineker, com seis gols.

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1990 – Itália

Deutschland Fussballweltmeister 1990

Alemanha Ocidental comemora o tri

Esta foi a Copa da revanche, quando a Alemanha, então em pleno processo de reunificação, conquistou o tricampeonato derrotando na final a Argentina por 1 a 0. Entre os craques, o time alemão tinha Jürgen Klinsmann. A Itália ficou em terceiro lugar e teve o goleador Salvatore Schillaci, com seis gols. O Brasil foi eliminado pelos rivais argentinos nas oitavas-de-final.

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1994 – Estados Unidos

Neste ano o Brasil conseguiu um novo feito inédito: ser o primeiro tetracampeão do mundo derrotando a Itália nos pênaltis. A seleção não chegou ao mundial como favorita, mas a dupla Romário e Bebeto, o capitão Dunga, o goleiro Taffarel e o lateral Branco acabaram surpreendendo. O terceiro lugar ficou com a Suécia. Maradona foi suspenso da competição por doping e o colombiano Andres Escobar foi assassinado em Medellín após a eliminação da equipe. Apesar dos cinco gols de Klinsmann, a Alemanha foi eliminada nas quartas-de-final pela Bulgária, que teve o goleador da competição, Hristo Stoichkov, com seis gols marcados.

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1998 – França

A seleção brasileira chegou como favorita ao título e contando com Ronaldo como sua principal arma de ataque. No entanto, foi derrotada na final pelos franceses, de Zinedine Zidane, por estranhos 3 a 0, com direito a convulsão de Ronaldinho nos vestiários. Edmundo chegou a ser escalado, mas o camisa 9 acabou jogando e atuando mal. O terceiro lugar ficou com a Croácia, do artilheiro da competição, Davor Suker, com seis gols. O time eliminou a Alemanha nas quartas-de-final por 3 a 0.

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2002 – Coréia do Sul e Japão

Ronaldo

Ronaldo foi decisivo na conquista do penta para o Brasil

Pela primeira vez dois países foram sede do Mundial. Após o trauma de 1998, o Brasil, comandado por Luis Felipe Scolari, conquistou o pentacampeonato derrotando a Alemanha por 2 a 0. Ronaldo deu a volta por cima e sagrou-se artilheiro da Copa com oito gols. A surpresa ficou por conta do terceiro colocado, a Turquia. Apesar de falha do goleiro alemão, Oliver Kahn, em um dos gols da final, ele foi eleito o melhor jogador da competição.

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