Hillary vence última primária democrata | Notícias e análises internacionais mais importantes do dia | DW | 15.06.2016
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Mundo

Hillary vence última primária democrata

Ex-secretária de Estado americana vence últimas prévias do partido, em Washington, e se junta a Sanders contra Trump. Massacre em Orlando divide pré-candidatos à Casa Branca.

A ex-secretária de Estado americana Hillary Clinton venceu nesta terça-feira (14/06) as últimas primárias do Partido Democrata, em Washington. A ex-primeira-dama obteve cerca de 79% dos votos contra 21% do senador Benie Sanders.

Hillary já tinha alcançado o número mínimo de delegados para assegurar sua nomeação pelo Partido Democrata na corrida presidencial nos Estados Unidos na semana passada. O magnata Donald Trump, do Partido Republicano, conquistou os votos necessários em maio.

A nomeação de Hillary será oficializada na convenção do partido, na Filadélfia, entre 25 e 28 de julho. As eleições americanas estão marcadas para 8 de novembro.

As primárias ou caucus – as assembleias de voto – são organizadas em todos os estados e territórios americanos. Hillary venceu 34 das 57 votações e obteve o apoio de 387 delegados a mais do que Sanders. O presidente americano, Barack Obama, declarou apoio à campanha de Hilllary.

Segundo um integrante da campanha democrata, Hillary e Sanders tiveram uma reunião após o resultado sobre unificar do partido e trabalhar juntos numa plataforma para combater a ameaça representada por Trump.

"Nossa meta é não permitir que políticos, Donald Trump e qualquer outra pessoa nos dividam", afirmou Sanders ao ressaltar que vai continuar a "lutar duramente" para transformar o Partido Democrata.

Infográfico primérias nos EUA

Ataque em Orlando

Hillary e Trump têm travado discussões sobre o ataque contra a casa noturna gay pulse, em Orlando, que deixou 49 mortos.

Na segunda-feira, um dia depois do massacre, Trump disse que, se eleito, irá suspender a imigração aos EUA de pessoas proveniente de regiões "com histórico comprovado de terrorismo" e criticou Obama por simpatizar com terroristas ao não usar o termo "radicalismo islâmico" para descrever o ataque.

A ex-secretária de Estado americana afirmou que os americanos precisam "se unir" para combater o terrorismo e respondeu às declarações de Trump. "O que Donald Trump está dizendo é vergonhoso", declarou Hillary.

KG/ap/afp/rtr

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