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Cultura

Gravura expressionista reencontrada após 65 anos

A cidade de Düsseldorf conseguiu reaver uma obra de Emil Nolde confiscada pelos nazistas

Desde 1937 – quando os nazistas confiscaram dos museus alemães milhares de obras classificadas como "arte degenerada" – que A dançarina, de Emil Nolde (1867 - 1956), estava desaparecida. A gravura, datando de 1922, era parte do acervo do Museu Municipal de Düsseldorf. Agora, ela retorna àquela cidade: o museum kunst palast acaba de adquiri-la por 7670 euros, numa casa de leilões de Colônia.

Como declarou nesta segunda-feira (18) Christoph Danelzik-Brüggemann, diretor da coleção de artes gráficas do museu, "é uma sorte tremenda conseguir reaver exatamente a mesma obra". Nada se sabe sobre a trajetória de A dançarina, além de que, nos últimos 50 anos, permaneceu em mãos de particulares.

A gravura, de um dos mais significativos representantes do Expressionismo, ficará exposta até o mês de maio, juntamente com a ordem de confisco, emitida pelo regime de Hitler. Na época, o Museu de Düsseldorf entregou 536 gravuras, além de 101 pinturas e 10 esculturas.

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