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Economia

Grécia deve receber novo pacote de ajuda financeira

Segundo reportagem de revista alemã, representantes dos países-membros da zona do euro aprovaram o envio de cerca de 10 bilhões de euros a Atenas. Medida preventiva não precisará mobilizar capital adicional.

De acordo com reportagem publicada pelo site da revista alemã Spiegel, neste domingo (30/11), os países-membros da zona do euro concordaram em enviar nova ajuda financeira à Grécia. Sob forma de medida preventiva, cerca de 10 bilhões de euros do programa de resgate Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) deverão ser disponibilizados ao governo de Atenas.

O MEE não precisará mobilizar capital adicional. Segundo a publicação alemã, o dinheiro deverá provir do segundo pacote de resgate financeiro – de verbas que estavam destinadas à recapitalização bancária, mas não foram utilizadas.

Entre as duas formas de ajuda financeira preventiva, deverá ser concedida à Grécia a que prevê maiores imposições e mais controle. O Ministério das Finanças da Alemanha não quis comentar a reportagem da Spiegel.

A troica formada pelo Banco Central Europeu, Comissão Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI) irá informar o Eurogrupo sobre a situação da Grécia, no próximo encontro em 8 de dezembro, se limitou a dizer um porta-voz do ministério em Berlim.

Prazo até dezembro

Em 2010, a Grécia estava à beira da falência estatal, tendo recebido em seguida um pacote internacional de ajuda financeira no total de 240 bilhões de euros. Em contrapartida, Atenas se comprometeu a uma política de reformas e austeridade econômica, o que levou a protestos no país. O segundo pacote de ajuda financeira através do programa MEE se encerra no fim deste ano.

Até o dia 8 de dezembro, a Grécia terá de acertar com seus credores sob quais condições o país poderá deixar o programa de ajuda. No entanto, conversações em Paris com a União Europeia (UE) e o FMI fracassaram na última quarta-feira.

O principal ponto de discórdia é o novo orçamento público da Grécia. Os credores calculam um déficit de financiamento de 2 bilhões de euros.

CA/dpa/afp

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