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Economia

Governo não intervem para salvar a Holzmann

O chanceler federal alemão, Gerhard Schröder, não pretende intervir para tentar salvar a empreiteira Philipp Holzmann, como fez na sua crise anterior em 1999. "Schröder espera que se encontre uma solução, mas cabe aos bancos entrarem em acordo", disse o porta-voz do governo, Bela Anda.

O futuro da construtora continua incerto, depois de fracassarem as conversações entre a sua diretoria e os credores, no último fim de semana. Três dos 17 bancos credores objetaram o plano para salvar a Holzmann, apresentado pelo Deutsche Bank.

A empreiteira anunciou que seu prejuízo em 2001 será "bem mais alto do que previsto inicialmente, devido a fatores extraordinários". Segundo a imprensa alemã, trata-se de um prejuízo de 237 milhões de euros. Em 1999, uma iniciativa no último momento, graças à intervenção de Schröder, salvou da falência a empresa, hoje com 23 mil funcionários.

Um porta-voz da Philipp Holzmann confirmou que as negociações prosseguem, mas não quis comentar as chances de êxito. "Não sabemos o que os credores farão com a empresa", disse um analista, justificando a queda da ação na bolsa. Ela teve uma desvalorização de 21%, nesta segunda-feira, caindo a 5,13 euros, a cotação mais baixa de todos os tempos.