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Mundo

Governo do Egito empossa novos ministros

O presidente egípcio, Mohammed Morsi, pretende contornar os problemas econômicos do país com renovação dos titulares de diversas pastas. Dez novos ministros tomam posse.

Com a escolha de dez novos ministros, o presidente do Egito, Mohammed Morsi, quer impulsionar o crescimento econômico do país. Entre as pastas com novos titulares estão a do Interior e das Finanças. Após juramento de posse, os novos ministros se reuniram com Morsi. Durante o encontro, discutiu-se sobre possibilidades de fomentar o turismo no país, bem como de atrair investidores estrangeiros.

Mumtaz Al Said, titular até agora da pasta das Finanças e uma das principais pessoas de contato nas negociações com o Fundo Monetário Internacional (FMI), foi substituído por El-Morsi El-Sayed Hegazy, especialista em economia. O ministro do Interior Ahmed Gamaleddin deixou o cargo, que passa a ser ocupado pelo general Mohammed Ibrahim. Até então, Ibrahim era responsável pelas prisões do país.

Também ganharam novos titulares as pastas de Trânsito, Energia e Desenvolvimento, bem como as de Meio Ambiente, Aeronáutica Civil, Desenvolvimento Regional e Transportes. Três entre os novos dez ministros pertencem à Irmandade Muçulmana, à qual Morsi é ligado.

Negociações sobre empréstimos à vista

O presidente egípcio já havia anunciado em 26 de dezembro de 2012 que faria mudanças no gabinete do primeiro-ministro Hisham Kandil. A meta, segundo Morsi, é reaquecer a economia do país.

Nos últimos dois anos, desde a queda de Hosni Mubarak, que ocupara a presidência do Egito durante três décadas, a economia do país vem se mostrando muito deficitária. Entre as razões do problema está o menor número de turistas no país, bem como a falta de estabilidade política que possa garantir a presença de investidores estrangeiros. A libra egípcia foi consideravelmente desvalorizada nos últimos tempos.

Nesta segunda-feira (07/01), o diretor do FMI para o Oriente Médio, Masud Ahmed, deverá chegar ao Cairo para debater um empréstimo bilionário ao país, com o fim de fomentar a economia. O FMI já havia concedido ao Egito o equivalente a 4,8 bilhões de euros em novembro último, porém esse crédito foi suspenso, devido a uma série de aumentos tributários no país.

SV/dapd/dpae/afp/rtr
Revisão: Augusto Valente

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