GM abre caminho para separação da Opel | Notícias e análises sobre a economia brasileira e mundial | DW | 27.05.2009
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Economia

GM abre caminho para separação da Opel

A montadora norte-americana General Motors favorece oficialmente a separação da Opel. O conselho de administração da GM na Europa repassou todas as unidades e patentes à sua subsidiária alemã.

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Futuro da montadora ainda é incerto

Para a Opel, assumir as unidades e patentes da General Motors (GM) na Europa é o primeiro passo para sua independência da matriz. A notícia foi dada por um porta-voz da GM Europa nesta quarta-feira (27/05), em Rüsselsheim, no mesmo dia de uma reunião dos interessados na incorporação da Opel com representantes do governo em Berlim para discutir o futuro da montadora alemã.

Além das unidades e das patentes, a Opel recebe da GM Europa oficialmente também diversos direitos sobre tecnologia. Esta é uma medida importante para a chamada "solução fiduciária", que garantiria a sobrevivência da Opel em caso de insolvência da GM norte-americana. "Ao assumir os direitos, a Opel se torna independente de todas as decisões tomadas nos EUA", disse o porta-voz da GM Europa.

Ainda 100% GM

"Todas as unidades europeias da GM estão agora sob os auspícios da Opel", afirmou o porta-voz. Mesmo assim, a montadora alemã ainda permanece sendo 100% uma subsidiária da GM. As unidades da sueca Saab não foram transferidas para a Opel.

Até agora, há vários interessados na incorporação da Opel: a montadora italiana Fiat, a fornecedora austro-canadense Magna, o grupo de investimento norte-americano Ripplewood e a montadora chinesa Baic. Por ter apresentado sua proposta muito tarde, esta última não participará da reunião em Berlim na noite desta quarta-feira.

Segundo Thomas Steg, porta-voz do governo em Berlim, a premiê Angela Merkel definiu, de comum acordo com seus ministros, que deverá haver uma forma provisória de financiamento à Opel, a fim de garantir segurança aos funcionários. Neste sentido, Merkel espera também uma disponibilidade dos investidores de assumirem os riscos. Segundo ela, os interessados precisam estar mesmo convencidos do negócio.

SV/afp/dpa

Revisão: Roselaine Wandscheer

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