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Copa do Mundo

França jogou com mais paixão, diz Parreira

Técnico da seleção brasileira avalia que a marcação relaxou no gol francês e diz que, quando a equipe perde, a culpa é sempre do treinador.

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'Não contávamos com uma eliminação tão cedo', afirma o treinador

O técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira, reconheceu, em entrevista no dia posterior ao jogo entre Brasil e França pelas quartas-de-final da Copa do Mundo, que os franceses se aplicaram mais do que os brasileiros na partida . "A França jogou com mais paixão do que nós", afirmou.

Parreira também afirmou que a seleção relaxou na marcação no lance em que Henry marcou o único gol da partida.

DW-WORLD : Como o senhor se sente depois da eliminação nas quartas-de-final?

Carlos Alberto Parreira : Francamente, é um momento muito duro para nós, como campeões mundiais, sermos eliminados nas quartas-de-final. Sabíamos que a França é uma seleção de nível mundial mas não contávamos com uma eliminação assim tão cedo. Fato é: quando não se alcança o título ou pelo a final, fica sempre a sensação de que algo deu errado.

Na sua opinião, por que o Brasil foi eliminado?

Bem, quando ganhamos, é sempre por causa do grande talento dos nossos jogadores. Quando perdemos, é culpa do técnico. Assim é no Brasil.

Isso significa que o senhor assumirá a responsabilidade e não continuará no comando da seleção após a Copa, como já havia dito?

Esse não é o momento de falar sobre isso. Vamos viajar de volta ao Brasil e então iremos ver isso.

O senhor está decepcionado com a sua equipe?

No momento decisivo, quando o Henry fez o gol, relaxamos na marcação. Fomos penalizados por isso. Mas também é verdade que a França jogou com mais paixão do que nós.

Faltou brilho para a seleção brasileira durante todo o torneio. O único jogo convincente foi contra o Japão, quando o senhor colocou em campo muitos jogadores jovens. O senhor não deveria ter apostado mais na nova geração?

Essa é uma pergunta hipotética. Não há nenhuma garantia de que, com outros jogadores, teríamos chegado à final. Veja o exemplo do Ronaldo. Contra a França, ele criou as nossas melhores chances de gol. A nossa preparação para o torneio deveria ter sido mais longa.

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  • Data 02.07.2006
  • Autoria (as)
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