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Mundo

França anuncia envio de armas para combate a radicais no Iraque

Armamento será destinado às forças curdas para tentar conter o avanço do Estado Islâmico no norte iraquiano. Paris pressiona União Europeia para que realize reunião sobre o tema.

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Avião com ajuda humanitária francesa chega ao norte do Iraque

O presidente François Hollande anunciou nesta quarta-fera (13/08) que a França, em coordenação com o governo em Bagdá, vai enviar armas para as forças curdas que lutam contra os radicais do Estado Islâmico (EI) no norte do Iraque.

"Deve manter-se a mobilização em favor do Curdistão e em benefício de todo Iraque. A coordenação da ajuda internacional é essencial", disse Hollande em comunicado. O envio, segundo ele, seria realizado ainda nesta quarta-feira.

Na nota, o presidente francês reforça ainda seu apoio ao presidente iraquiano, Fuad Massum, e afirma ser "essencial" que se inicie rapidamente um governo de união, "representativo de todas as comunidades iraquianas, para lutar com eficácia" contra os radicais islâmicos.

A França, que já vem enviando ajuda humanitária ao Iraque, pressiona há dias a União Europeia para que faça uma reunião sobre o possível fornecimento de armas aos curdos. A chefe da diplomacia do bloco, Catherine Ashton, disse que o encontro deve acontecer ainda nesta semana.

Na terça-feira, o Reino Unido se disponibilizou a transportar material militar de outros países para as forças curdas, mas se esquivou da possibilidade de fornecer armamento. A Alemanha estuda ajudar o Iraque com material militar não letal, como capacetes e coletes.

Os Estados Unidos já admitiram que enviam armamento aos curdos e já lançaram uma série de bombardeios no norte iraquiano para tentar frear o avanço dos radicais islâmicos.

Na terça-feira, mais 130 assessores militares dos EUA chegaram a Erbil, no Curdistão iraquiano. A missão deles é avaliar a situação humanitária no norte do Iraque e ajudar a definir os próximos passos para proteger a minoria religiosa yazidi.

O presidente americano, Barack Obama, tem insistido que não enviará tropas de combates de volta para o Iraque. Desde o avanço dos radicais sunitas em junho, os EUA já haviam enviado 700 soldados para proteção de seus diplomatas e aconselhamento do Exército iraquiano.

RPR/ afp/ rtr

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