Flórida confirma casos de zika em Miami Beach | Novidades da ciência para melhorar a qualidade de vida | DW | 19.08.2016
  1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages

Ciência e Saúde

Flórida confirma casos de zika em Miami Beach

Este é o segundo foco de transmissão da doença no estado americano. Três das pessoas que contraíram o vírus eram turistas. Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA recomenda que grávidas evitem ir a Miami Beach.

Mosquito Aedes aegypti

Mosquito Aedes aegypti é o transmissor do zika

Cinco novos casos de zika autóctones foram confirmados em Miami Beach, anunciou nesta sexta-feira (19/08) o Departamento de Saúde da Flórida. Este é o segundo município onde foram encontrados focos de transmissão do vírus no estado.

"Isso significa que temos uma nova área de transmissão local", acrescentou o governador da Flórida Rick Scott, em uma coletiva de imprensa, e anunciou que as autoridades já estão pulverizando a região com pesticidas.

Entre os cinco novos infectados, três eram turistas que passavam férias em Miami Beach – dois residentes de outros estados americanos e um de Taiwan. A área de risco do foco do vírus na cidade compreende 3,9 quilômetros quadrados. Com essas infecções, subiu para 36 o número de casos de zika contraídos em solo americano.

Na coletiva, o governador da Flórida rebateu as acusações de que estaria escondendo a confirmação de casos de zika para minimizar os efeitos sobre o turismo. "Asseguro a todos se identificarmos novas áreas de transmissão do vírus, alertaremos imediatamente o público e a imprensa", reforçou Scott.

Alerta para as grávidas

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos emitiu um alerta de viagem nesta sexta-feira, no qual recomenda que mulheres grávidas evitem ir a Miami Beach e a Wynwood, local do primeiro foco de zika. O vírus está associado com casos de microcefalia.

"Estamos no meio da temporada de mosquitos e esperamos mais casos de zika nos próximos dias e meses", disse o diretor do CDC Tom Frieden, ressaltando que é difícil prever por quanto tempo novas infecções surgirão.

CN/afp/rtr/ap

Leia mais