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Economia

Fim da greve da construção civil: vitória para o sindicato

Um acordo entre o Sindicato alemão dos Trabalhadores da Construção Civil (IG Bauen-Agrar-Umwelt) e os empregadores pôs fim nesta terça-feira (25) à greve de seis dias do setor, a primeira em 50 anos.

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Operários em greve

Segundo o líder do IG-Bau, Klaus Wiesehügel, os 850 mil empregados alemães terão um aumento salarial de 3,2%, a partir de 1º de setembro próximo, e mais 2,4%, de 1º de abril de 2003 em diante.

A resolução exigiu uma maratona de negociações de 22 horas, na cidade de Wiesbaden. A maioria dos 32 mil operários, que paralisaram quase 2500 canteiros de obras desde o início da semana, já retornará ao trabalho na quarta-feira. No entanto, o IG-Bau manterá a greve nas empresas que não pertencem às associações de empregadores.

"Nós atingimos este resultado graças à luta sindicalista", alegrou-se Wiesehügel, embora a vitória não seja completa, pois a disparidade entre os vencimentos do leste e do oeste do país permanece gritante. As grandes construtoras mostraram-se aliviadas pelo fim do impasse. Profissionais e analistas da área econômica criticaram o acordo, considerando-o generoso demais.

Segundo Jörg Hinze, do Arquivo da Economia Mundial de Hamburgo (HWWA), "aumenta a tentação de contratar mão-de-obra barata". Eckart Tuchtfeld, do Commerzbank, teme que "o resultado das negociações venha a eliminar postos de trabalho, a longo prazo".

As ações das empresas de construção civil, como a Hochtief e Bilfinger & Berger, reagiram com ligeiras baixas à notícia das novas condições salariais no setor. (av)

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