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Cultura

Filarmônicas de Berlim e Viena aclamadas em seus concertos de Ano Novo

Daniel Barenboim e Seiji Ozawa brilham à frente dos músicos berlinenses e vienenses.

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O maestro Daniel Barenboim

Tanto em Berlim quanto em Viena, as platéias aplaudiram com entusiasmo as apresentações das Filarmônicas nos tradicionais concertos de Ano Novo.

Regidos pelo argentino Daniel Barenboim, os músicos de Berlim brilharam com um pot-pourri que incluiu A Valsa do Imperador, de Johann Strauss filho, a Valsa das Flores, do balé Quebra-Nozes de Tchaikóvski, e as Danças Húngaras, de Johannes Brahms.

Tradicionalmente, o último concerto do ano da Filarmônica de Berlim é regido pelo maestro titular da orquestra. Por questões de sáude, no entanto, Claudio Abbado resolveu passar a batuta neste que seria seu último concerto de Ano Novo na capital alemã a Daniel Barenboim. Dentro de alguns meses, Abbado, que foi operado de câncer em 2000, vai passar o cargo que exerceu durante 13 anos ao britânico Sir Simon Rattle.

Valsas de Strauss e cavalos brancos – O concerto de Viena, acompanhado pela televisão por telespectadores em mais de 65 países, ficou a cargo do conceituado maestro japonês Seiji Ozawa. Com seu programa dedicado a Johann Strauss pai e seus filhos compositores, ele levou o público ao delírio. Pela primeira vez em 15 anos, incluíram-se cenas de balé dos famosos cavalos brancos imperiais. Ozawa, durante décadas maestro titular da Orquestra Sinfônica de Boston, vai assumir na próxima temporada o cargo de diretor musical da Ópera de Viena.