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Futebol

Fifa reavaliará relatório sobre escolha das sedes das Copas de 2018 e 2022

Investigador-chefe e presidente do Comitê de Ética concordam em enviar documento completo da investigação ao Comitê de Auditoria. Entidade foi alvo de críticas ao inocentar candidaturas da Rússia e do Catar de corrupção.

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Investigador-chefe Michael Garcia (esq.) e o presidente do Comitê de Ética da Fifa, Hans-Joachim Eckert

Após gerar polêmica ao

inocentar as candidaturas da Rússia e do Catar para as Copas de 2018 e 2022 das acusações de corrupção

, a Fifa cedeu às críticas. A entidade afirmou nesta quinta-feira (20/10) que irá reavaliar as investigações e ampliar o acesso ao relatório escrito pelo ex-procurador americano Michael García.

O jurista dos EUA, que conduziu os 18 meses de investigações, e o juiz alemão Hans-Joachim Eckert, anunciaram que estão enviando o relatório, com mais de 200 mil páginas, ao presidente do Comitê de Auditoria da Fifa, Domenico Scala. Garcia e Eckert tiveram desacordos sobre quanto do texto deveria ser divulgado.

Eckert alegou na semana passada que a investigação de García não produziu provas suficientes para justificar uma nova votação para os mundiais de 2018 e 2022. Mas o americano protestou, alegando que o juiz alemão deturpou suas descobertas e declarou que iria apelar contra as ações do Comitê de Ética da Fifa – presidido justamente por Eckert.

No novo acordo, García e Eckert "concordam que é de suma importância que o Comitê Executivo da Fifa tenha as informações necessárias para avaliar quais serão as próximas medidas, baseadas no trabalho feito pelo Comitê de Ética.

"Para que isso aconteça, o presidente do Comitê de Auditoria da Fifa [Scala] irá receber cópias de todos os relatórios da investigação para determinar quanto dessas informações devem ser disponibilizadas para o Comitê Executivo", disse ainda o comunicado divulgado após o encontro.

As investigações de García já resultaram no início de processos contra alguns indivíduos citados no inquérito, e o ex-procurador americano garantiu que uma revisão não vai afetar esses casos.

Tesoureiro acusado nas Ilhas Cayman

Uma unidade anticorrupção das Ilhas Cayman acusou o membro do painel de monitoramento das finanças da Fifa Canover Watson de fraude, lavagem de dinheiro e quebra de confiança, num caso envolvendo a introdução de um sistema de cartões magnéticos no serviço de saúde da ilha. Watson foi presidente da Autoridade de Serviço de Saúde de Cayman.

Em setembro, a Fifa suspendeu temporariamente Watson, até a conclusão do caso. Ele nega qualquer crime. Watson, além de tesoureiro da entidade, é vice-presidente da Federação de Futebol das Ilhas Cayman.

PV/ap/afp

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