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Copa do Mundo

Fifa diz que marketing não compromete o Mundial

Joseph Blatter se defende de acusações de que a comercialização da Copa estaria vendendo a 'alma' do futebol.

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A uma semana do início da Copa do Mundo, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, vem sendo acusado de ser o responsável por um evento que será dominado pelos grandes negócios.

A poucos dias do pontapé inicial, no dia 9, em Munique, com o jogo entre Alemanha e Costa Rica, existem uma série de reclamações dos organizadores alemães sobre o nível inaceitável atingido pelas estratégias de marketing.

Pesquisas na Alemanha mostraram que o público está cansado de tanta propaganda relacionada à Copa. A empresa norte-americana produtora de cervejas Anheuser-Busch, por exemplo, pagou 31 milhões de euros para ser um dos 15 patrocinadores oficiais, tirando espaço nos estádios das cervejarias nacionais em nome da Budweiser.

Ídolo nacional e presidente do Comitê Organizador (CO), Franz Beckenbauer pediu na quinta-feira (1/6) que o futebol fosse "limpo", já que ele estava com medo de que a alma do esporte fosse vendida.

"Precisamos conversar sobre os limites", disse Blatter, que viu a quantidade de dinheiro paga por patrocinadores crescer consideravelmente em seus oito anos de mandato à frente da entidade máxima do futebol mundial.

"Não se trata da comercialização do futebol", defendeu-se. "O importante é a parceria entre o futebol, a economia e a televisão, o que beneficia todos os lados", emendou. Blatter indicou, entretanto, que mudanças no marketing da Copa do Mundo devem ser realizadas apenas após o evento na Alemanha. "Nós objetivamos a otimização, não o máximo".