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Cultura

Festival de Oberhausen é vitrine da produção internacional

Tradicional mostra de curtas na cidade alemã traz em sua 53 ª versão 64 filmes filmes de 37 países na competição internacional.

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Oberhausen: mais de cinco décadas de festival

No decorrer das últimas cinco décadas, o Festival de Curtas de Oberhausen consolidou sua posição como uma das mostras do gênero mais importantes do mundo. Um fórum que trouxe ao público os primeiros filmes de cineastas como Martin Scorsese, George Lucas, Roman Polanski, Alexander Kluge, Werner Herzog, Pipilotti Rist ou François Ozon.

Público mais amplo

Até hoje, o festival é conhecido por marcar tendências no mercado cinematográfico e abrir espaço para outras linguagens, como os videoclips e novos formatos digitais. Através da abertura para filmes pouco convencionais, o festival ganhou, por muito tempo, o rótulo "de vanguarda".

Através da cooperação com emissoras de TV como o canal franco-alemão Arte ou o infantil Ki.Ka, os curtas exibidos em Oberhausen têm, nos últimos anos, também chegado a um público mais amplo. E desde 1989, o festival conta com uma seção comercial, que vem se expandindo desde então. O "mercado" publica também um catálogo de produções, com um amplo acervo de títulos.

Contribuições brasileiras

Para a organização do festival em 2007, foram inscritos nada menos que 6.500 filmes, vindos de 93 nações diferentes. Nesta edição, destaca-se a produção do Reino Unido, presente com sete contribuições.

Também os curtas canadenses e russos receberam destaque este ano. Do Brasil participam Leonel pé-de-vento, Jair Giacomini (competição infanto-juvenil, As coisas que moram nas coisas, de Bel Bechara e Sandro Serpa (competição infantil) e Ãgtux, de Tania Anaya.

Mundo nem tão maravilhoso

Nas categorias "infantil e juvenil", Oberhausen traz este ano curtas que não refletem exatamente um mundo maravilhoso. Mas enquanto no ano passado foram exibidos filmes centrados em situações familiares problemáticas, este ano os 46 curtas, de 28 países, concentram-se mais nas identidades dos próprios jovens e crianças.

Um programa especial analisa as relações entre o cinema e os museus e a seção Perfis dedica-se à apresentação detalhada da obra de quatro cineastas: Guy Ben-Ner, Marjoleine Boobstra, Kanai Katsu e Ken Kobland.

Além disso, há exibições especiais de filmes que receberam premiações e menções honrosas na mostra Videobrasil, entre estes os brasileiros O fim do homem cordial, de Daniel Lisboa, Plano-(con)seqüência, de Rodrigo Minelli, Concerto para clorofila, de Cao Guimarães, e 02. Conjunto residencial, de Adams Teixeira de Carvalho e Olívia Brenga Marques. (pk / sv)

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