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Alemanha

Farol do futuro é cheio de "luzinhas"

Os LEDs ("Light Emitting Diode") existem há mais de 30 anos. Pesquisadores alemães testam agora a possibilidade de usar as "luzinhas" como componentes para faróis de automóveis.

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Iluminação do futuro: farol de carro com LEDs

A empresa Hella, fabricante de peças e acessórios para a indústria automobilística, está testando no momento o emprego de diodos emissores de luz, de alta potência e cor branca, na construção de faróis para veículos. Na feira IFA 2003, setembro passado em Berlim, foi apresentado um protótipo que cumpre as conhecidas funções: farol alto e baixo, além de seta de direção. Mas além disso, conforme a necessidade, a luminosidade dos diodos pode ser reduzida ou aumentada através de um dimmer.

Corinna Stoff, porta-voz da Hella, cita as vantagens da nova tecnologia: "Em primeiro lugar, os diodos luminosos são extremamente confiáveis e têm uma vida longa. Além disto, a capacidade de iluminação dos LEDs é muito maior em relação à das lâmpadas convencionais – e isto, apesar do tamanho minúsculo. Assim, os designers têm muito mais liberdade para projetar os produtos."

Frio e econômico

Em comparação às lâmpadas incandescentes, os LEDs são menores e consomem muito menos energia elétrica. E podem, por exemplo, ser integrados a móveis, pois não esquentam. É possível empregá-los até mesmo dentro d'água, se os diodos forem bem vedados.

A nova técnica foi descoberta, há muito, por decoradores de interior, estilistas e desenhistas industriais. Com base em LEDs já existem pequenas lâmpadas de leitura, luminárias de teto, elegantes lâmpadas de mesa para escritórios e até mesmo spots para iluminação de salões.

Pressebild der Firma Osram

No Banco Cantonal, em Lucerna na Suíça, o conselho administrativo reúne-se debaixo de mais de 4000 diodos emissores de luz, que iluminam a mesa de conferências. O sistema de iluminação foi concebido de forma modular e os técnicos deram atenção especial a claridade suficiente e a um agradável tom de cor da luz.

Pendurado no prédio

Os LEDs são ideais também para a utilização em lugares de acesso difícil. Um exemplo: A fachada do prédio Rheinturm, em Düsseldorf, era iluminada antigamente por 62 luminárias comuns a grande altura. Cada vez que era necessário trocar uma lâmpada, isto exigia que alguém ficasse pendurado acrobaticamente na fachada do edifício. Cada luminária foi substituída entretanto por doze diodos, que praticamente não necessitam de manutenção e que, além disso, brilham nas cores vermelho, verde e azul. Com isto, a iluminação do prédio pode ser feita nas mais diversas cores. Mas a maior vantagem é a economia: os custos de energia puderam ser reduzidos em 80%.

Os LEDs emitem luz através de um minúsculo semicondutor de cristal, dentro do invólucro plástico do diodo. Submetendo esse cristal a um pouco de corrente contínua, ele emite a luz. A cor da luz é determinada pela composição química do semicondutor.

Mas para conseguir uma luz branca, os técnicos têm de lançar mão de truques. Eles combinam três diodos de cor (vermelho, azul e verde) num invólucro único, logrando assim a cor branca. Ou usam um diodo azul com uma camada luminosa especial, que funciona como uma espécie de filtro de cor. O resultado é também uma luz branca. (am)

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