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Economia

Fabricante de caminhões MAN pode cortar mais empregos

O grupo MAN, que já decidiu cortar 6.000 postos de trabalho provavelmente terá que adotar novas medidas de contenção de gastos. Segundo seu presidente, Rudolf Rupprecht, o ano de 2002 trará alguns riscos. "Eu não excluiria um novo corte de empregos", disse em entrevista ao Financial Times Deutschland.

A primeira redução, anunciada em novembro, foi definida após queda dos lucros no primeiro semestre. De janeiro a setembro deste ano, o lucro operacional bruto teve uma queda de 65%, totalizando 420,5 milhões de marcos (458 milhões de reais).

As indústrias MAN atuam em cinco setores: produção de caminhões, serviços industriais (Ferrostaal), máquinas impressoras (MAN Roland), motores diesel (MAN B&W), além da construção de máquinas e instalações industriais. Agora poderá ser a vez deste último setor, pois Rudolf Rupprecht indicou que é para ele que pretende voltar sua atenção.

Segundo o diário econômico, a pressão para intensificar a contenção de custos partiu da seguradora Allianz, grande acionista da MAN. Uma de suas subsidiárias possui 36% dos direitos de voto nas assembléias da MAN.